Eu me perdoo.
Não existe isso de auto perdão. Existe, sim, reconhecimento de que somos humanos e que estamos em constante evolução.
Aprender com os erros e seguir em frente. Eis a lição!
Este é um espaço de expor idéias, desenvolver projetos, discutir, relembrar, entreter-se, rir, chorar, pensar. Aqui você encontrará de assuntos sérios aos mais banais, tratados com bom humor e simplicidade sob a minha ótica, o que necessariamente não quer dizer que sejam verdades absolutas. Divirtam-se.
Eu me perdoo.
Não existe isso de auto perdão. Existe, sim, reconhecimento de que somos humanos e que estamos em constante evolução.
Aprender com os erros e seguir em frente. Eis a lição!
Ontem, revirando as redes sociais, fui encontrar Thaís minha primeira paixão juvenil.
Por ela aprendi o significado da expressão "fossa". E quanta música triste escutei lá pelos anos setenta por conta dela que me via apenas como um grande amigo enquanto namorava outro guri do bairro.
Passou muito tempo, a vida correu para ambos. Ontem conversamos amigavelmente como dois velhos amigos que não se falavam há muito tempo. Continua linda, agora não mais como uma garota, mas como uma bela senhora.
Hoje fala-se muito em inteligência emocional. Naquela época nem se cogitava. Com certeza, Thais fez parte de um grande aprendizado que tive sobre o assunto em minha vida.
Está pegando fogo esse início de BBB 21. Não gosto de acompanhar o programa, mas esse especificamente despertou-me interesse. Foi por conta da Karol Conká.
Ela foi minha inquilina num de meus apartamentos, foi a primeira inquilina a pagar ano adiantado; nem por isso adquiri um apreço especial por ela, sempre foi uma moça muito simpática, tranquila e que todos no prédio admiravam. Aliás, quando ela veio morar aqui estava iniciando sua carreira meteórica, e pudemos acompanhar seu despertar para o sucesso até sua mudança para São Paulo para poder ficar mais perto do seu meio profissional.
Causa-me estranheza esse comportamento discriminatório e arrogante dela, também não sei se a turma da cultura do cancelamento está exacerbando no julgamento. O negócio será acompanhar um pouco o programa e ver no que vai dar. Meio a contra gosto, mas é o que temos para hoje.
Por incrível que pareça só fui dormir sozinho aos 47 anos de vida.
Verdade! Vamos aos fatos.
Como meu pai morreu muito cedo, enquanto criança e até meu casamento, dividia o quarto com minha mãe. Eram duas camas separadas. Ocorreu que fui crescendo e a situação permaneceu; e olhe que o apartamento de mamãe tinha três quartos.
Saí de casa para casar. Deixei de dividir o quarto com a mãe para dividir a cama com a mulher. Foram vinte e seis anos da vida de casado até que enfim veio a libertação, o divórcio. Então, após o divórcio que fiquei só em casa, deixei de dividir quarto, sala, banheiro, etc... para ter todo espaço só pra mim.
Vou contar pra vocês. É bom demais, acho que não tem mais volta. Eu amo minha privacidade e para minha atual fica o verso:
Você na sua,
Eu na minha,
Deu saudade,
Campainha.
Uma coisa que descobri a meu respeito só agora, depois dos sessenta.
Eu tenho o dedo indicador da mão esquerda menor do que o da mão direita.
Nunca tinha observado isso. Quando tinha seis anos sofri uma fratura séria no braço esquerdo decorrente de uma queda que tive do muro. Fiquei em tratamento por um ano aproximadamente, foram duas cirurgias e muita fisioterapia.
Dias atrás estava olhando com mais atenção minhas mãos e notando a diferença resolvi medir. Constatei então que existe uma diferença de pouco mais de meio centímetro entre eles.
O que acham, posso pedir direito a vaga especial para estacionamento?