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sexta-feira, 13 de abril de 2012

John Lennon na tranqueira

Você sabia que John Lennon tem um taxi em Porto Alegre?

Ontem quando voltava para casa cruzei com um táxi temático que circula na cidade, trata-se do táxi Beatles. O proprietário estilizou o carro, todo decorado com motivos da banda, seu interior tem as bandeiras da Inglaterra, exibe ao passageiro em DVD clips da banda.

Especial mesmo é o motorista. Nada mais, nada menos do que John Lennon. Você pode comprovar na foto que tirei no inusitado encontro. Estávamos numa tranqueira danada (tranqueira em gauches quer dizer engarrafamento) e por muito pouco não abri a janela e cantei o refrão de Imagine que diz: “Imagine all de people living life in peace...” Surpreenderia até o bom e velho John.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Frases e pensamentos

"Meu psiquiatra me disse que eu era louco e eu disse que queria uma segunda opinião. Ele disse tudo bem, você é feio também".
(Rodney Dangerfield)

Paradoxo

Com as restrições e o cerco ao tabagismo (vício do fumo) eu que detesto cigarro tenho observado uma situação interessante. Como é praticamente impossível fumar em recinto fechado os fumantes tem saído para o ar livre. E o que esta ocorrendo?

Estão poluindo o ar puro das ruas, praças e parques. Saia num grande centro urbano e note a quantidade de fumantes que se aglomeram fora de prédios, lojas e estabelecimentos comerciais. Assim sendo suponho que se você quiser respirar ar puro fique fechado dentro casa ou de seu trabalho.
É mais um absurdo paradoxal de nossos tempos. É a mesma coisa que garantir direitos humanos para assassinos num presídio e deixar as famílias das vítimas sem direito algum em liberdade. Os sofistas têm mais um assunto para divagar.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

O filho da Elis

Descobri Pedro Mariano, filho da inesquecível Elis Regina com o maestro arrajandor César Camargo Mariano. É dele uma música chamada: "Pra você dar o nome".
A letra é linda. Assista o vídeo no link:
http://www.youtube.com/watch?v=nlKtNbBBrU4

Biografias

Existe algo de errado as biografias e pessoas famosas que nos são contadas. Todas as que assisti têm um componente de tristeza. Ora os meninos são obrigados a tomar ovos crus goela abaixo ou o retirante que virou presidente vendeu laranjas no cais do porto. Tem sempre um componente de miserabilidade no contexto.



Ontem depois de correr às margens do Guaíba e comer uma salada dos deuses assisti no Telecine Cult o filme biografia de Edith Piaf. Cantora francesa que morreu dependente de drogas e que teve uma vida terrível. Abandonada pela mãe foi criada pela avó num prostíbulo. Resgatada e explorada comercialmente pelo pai foi usada por empresários inescrupulosos até ser reconhecida pelo seu talento. No âmbito afetivo teve um caso com um boxeador casado, é claro. Só desgraça.


Pergunto-me: Será que na história das celebridades biografadas não existe um que foi normal. Que tenha ido para escola, não tenha siso explorado, que fez quatro refeições diárias, tinha pediatra, casou-se normalmente?


Precisa de sofrimento para ser famoso? Tem algo de errado no reino das biografias. Alguém não esta contando a história correta.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Frases e pensamentos

"O amor é uma segunda infância, a repescagem das descobertas".
Fabrício Carpinejar

Disque amizade

Hoje cedo enquanto vinha para a empresa estava ouvindo a rádio Guaíba (como todo bom gaúcho), para quem não conhece a Guaíba é a CBN dos pampas, tem na sua programação notícias e debates sobre todos os temas com jeito e gaúcho de falar e entender.



Entre seus apresentadores tem um colunista que apresenta sua coluna duas vezes por semana, do qual sou fã. É o Fabrício Carpinejar, se puder ouvir suas crônicas eu recomendo. Comecei este texto e não era para falar da estação de rádio, era para falar outra coisa.


Hoje um dos comentaristas fez uma citação nostálgica. Quis ele se referir a sua velhice e disse o seguinte: “Sou do tempo do disque 138”.


Alguém se lembra do Disque Amizade? Era o serviço colocado no número 138 que nada mais era do um emaranhado de linhas cruzadas em que as pessoas se encontravam para conversar e desenvolver seus relacionamentos.


Era muito engraçado, porque se você não falasse nada poderia ficar ouvindo a conversa dos outros. Um pouco diferente dos tempos de MSN em que você tem um pouco mais de privacidade se assim preferir, e outra coisa bem interessante é que no disque amizade você só ouvia as pessoas, não tinha recurso de imagem, nem uma fotinho. Então aquela voz jovial poderia pertencer a uma moça “sex”, sexagenária.


Nos primórdios dos relacionamentos era assim.