Você sabia que John Lennon tem um taxi em Porto Alegre?
Ontem quando voltava para casa cruzei com um táxi temático que circula na cidade, trata-se do táxi Beatles. O proprietário estilizou o carro, todo decorado com motivos da banda, seu interior tem as bandeiras da Inglaterra, exibe ao passageiro em DVD clips da banda.
Especial mesmo é o motorista. Nada mais, nada menos do que John Lennon. Você pode comprovar na foto que tirei no inusitado encontro. Estávamos numa tranqueira danada (tranqueira em gauches quer dizer engarrafamento) e por muito pouco não abri a janela e cantei o refrão de Imagine que diz: “Imagine all de people living life in peace...” Surpreenderia até o bom e velho John.
Este é um espaço de expor idéias, desenvolver projetos, discutir, relembrar, entreter-se, rir, chorar, pensar. Aqui você encontrará de assuntos sérios aos mais banais, tratados com bom humor e simplicidade sob a minha ótica, o que necessariamente não quer dizer que sejam verdades absolutas. Divirtam-se.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Frases e pensamentos
"Meu psiquiatra me disse que eu era louco e eu disse que queria uma segunda opinião. Ele disse tudo bem, você é feio também".
(Rodney Dangerfield)
(Rodney Dangerfield)
Paradoxo
Com as restrições e o cerco ao tabagismo (vício do fumo) eu que detesto cigarro tenho observado uma situação interessante. Como é praticamente impossível fumar em recinto fechado os fumantes tem saído para o ar livre. E o que esta ocorrendo?
Estão poluindo o ar puro das ruas, praças e parques. Saia num grande centro urbano e note a quantidade de fumantes que se aglomeram fora de prédios, lojas e estabelecimentos comerciais. Assim sendo suponho que se você quiser respirar ar puro fique fechado dentro casa ou de seu trabalho.
É mais um absurdo paradoxal de nossos tempos. É a mesma coisa que garantir direitos humanos para assassinos num presídio e deixar as famílias das vítimas sem direito algum em liberdade. Os sofistas têm mais um assunto para divagar.
Estão poluindo o ar puro das ruas, praças e parques. Saia num grande centro urbano e note a quantidade de fumantes que se aglomeram fora de prédios, lojas e estabelecimentos comerciais. Assim sendo suponho que se você quiser respirar ar puro fique fechado dentro casa ou de seu trabalho.
É mais um absurdo paradoxal de nossos tempos. É a mesma coisa que garantir direitos humanos para assassinos num presídio e deixar as famílias das vítimas sem direito algum em liberdade. Os sofistas têm mais um assunto para divagar.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
O filho da Elis
Descobri Pedro Mariano, filho da inesquecível Elis Regina com o maestro arrajandor César Camargo Mariano. É dele uma música chamada: "Pra você dar o nome".
A letra é linda. Assista o vídeo no link:
http://www.youtube.com/watch?v=nlKtNbBBrU4
A letra é linda. Assista o vídeo no link:
http://www.youtube.com/watch?v=nlKtNbBBrU4
Biografias
Existe algo de errado as biografias e pessoas famosas que nos são contadas. Todas as que assisti têm um componente de tristeza. Ora os meninos são obrigados a tomar ovos crus goela abaixo ou o retirante que virou presidente vendeu laranjas no cais do porto. Tem sempre um componente de miserabilidade no contexto.
Ontem depois de correr às margens do Guaíba e comer uma salada dos deuses assisti no Telecine Cult o filme biografia de Edith Piaf. Cantora francesa que morreu dependente de drogas e que teve uma vida terrível. Abandonada pela mãe foi criada pela avó num prostíbulo. Resgatada e explorada comercialmente pelo pai foi usada por empresários inescrupulosos até ser reconhecida pelo seu talento. No âmbito afetivo teve um caso com um boxeador casado, é claro. Só desgraça.
Pergunto-me: Será que na história das celebridades biografadas não existe um que foi normal. Que tenha ido para escola, não tenha siso explorado, que fez quatro refeições diárias, tinha pediatra, casou-se normalmente?
Precisa de sofrimento para ser famoso? Tem algo de errado no reino das biografias. Alguém não esta contando a história correta.
Ontem depois de correr às margens do Guaíba e comer uma salada dos deuses assisti no Telecine Cult o filme biografia de Edith Piaf. Cantora francesa que morreu dependente de drogas e que teve uma vida terrível. Abandonada pela mãe foi criada pela avó num prostíbulo. Resgatada e explorada comercialmente pelo pai foi usada por empresários inescrupulosos até ser reconhecida pelo seu talento. No âmbito afetivo teve um caso com um boxeador casado, é claro. Só desgraça.
Pergunto-me: Será que na história das celebridades biografadas não existe um que foi normal. Que tenha ido para escola, não tenha siso explorado, que fez quatro refeições diárias, tinha pediatra, casou-se normalmente?
Precisa de sofrimento para ser famoso? Tem algo de errado no reino das biografias. Alguém não esta contando a história correta.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Frases e pensamentos
"O amor é uma segunda infância, a repescagem das descobertas".
Fabrício Carpinejar
Fabrício Carpinejar
Disque amizade
Hoje cedo enquanto vinha para a empresa estava ouvindo a rádio Guaíba (como todo bom gaúcho), para quem não conhece a Guaíba é a CBN dos pampas, tem na sua programação notícias e debates sobre todos os temas com jeito e gaúcho de falar e entender.
Entre seus apresentadores tem um colunista que apresenta sua coluna duas vezes por semana, do qual sou fã. É o Fabrício Carpinejar, se puder ouvir suas crônicas eu recomendo. Comecei este texto e não era para falar da estação de rádio, era para falar outra coisa.
Hoje um dos comentaristas fez uma citação nostálgica. Quis ele se referir a sua velhice e disse o seguinte: “Sou do tempo do disque 138”.
Alguém se lembra do Disque Amizade? Era o serviço colocado no número 138 que nada mais era do um emaranhado de linhas cruzadas em que as pessoas se encontravam para conversar e desenvolver seus relacionamentos.
Era muito engraçado, porque se você não falasse nada poderia ficar ouvindo a conversa dos outros. Um pouco diferente dos tempos de MSN em que você tem um pouco mais de privacidade se assim preferir, e outra coisa bem interessante é que no disque amizade você só ouvia as pessoas, não tinha recurso de imagem, nem uma fotinho. Então aquela voz jovial poderia pertencer a uma moça “sex”, sexagenária.
Nos primórdios dos relacionamentos era assim.
Entre seus apresentadores tem um colunista que apresenta sua coluna duas vezes por semana, do qual sou fã. É o Fabrício Carpinejar, se puder ouvir suas crônicas eu recomendo. Comecei este texto e não era para falar da estação de rádio, era para falar outra coisa.
Hoje um dos comentaristas fez uma citação nostálgica. Quis ele se referir a sua velhice e disse o seguinte: “Sou do tempo do disque 138”.
Alguém se lembra do Disque Amizade? Era o serviço colocado no número 138 que nada mais era do um emaranhado de linhas cruzadas em que as pessoas se encontravam para conversar e desenvolver seus relacionamentos.
Era muito engraçado, porque se você não falasse nada poderia ficar ouvindo a conversa dos outros. Um pouco diferente dos tempos de MSN em que você tem um pouco mais de privacidade se assim preferir, e outra coisa bem interessante é que no disque amizade você só ouvia as pessoas, não tinha recurso de imagem, nem uma fotinho. Então aquela voz jovial poderia pertencer a uma moça “sex”, sexagenária.
Nos primórdios dos relacionamentos era assim.
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