Boa semana, amigos do blog.
Que sua semana seja rápida. Rápida como os carros que circulam pelas ruas da cidade na segunda feira frenética.
Este é um espaço de expor idéias, desenvolver projetos, discutir, relembrar, entreter-se, rir, chorar, pensar. Aqui você encontrará de assuntos sérios aos mais banais, tratados com bom humor e simplicidade sob a minha ótica, o que necessariamente não quer dizer que sejam verdades absolutas. Divirtam-se.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
domingo, 30 de agosto de 2015
O dilema do salgadinho
No super mercado um pacote do salgadinho "De Montão" custa R$ 64 o quilo. Este salgadinho é um mix de três marcas da empresa Elma Chips - Pepsico. A batata Ruffles, o Doritos e o Baconzitos.
Na embalagem única a bata Ruffles custa R$ 59 /Kg. O Doritos R$ 42 /Kg e o Baconzitos R$ 57 /Kg.
Se você se propor a comprar os três salgadinhos separadamente e misturá-los numa vasilha pagará R$ 52,66 /Kg.
Terá um benefício de 21% no bolso.
Toda esta matemática para concluir que o marketing da Elma Chips - Pepsico nos vê, enquanto consumidores, como idiotas matemáticos.
Vai um salgadinho aí?
Na embalagem única a bata Ruffles custa R$ 59 /Kg. O Doritos R$ 42 /Kg e o Baconzitos R$ 57 /Kg.
Se você se propor a comprar os três salgadinhos separadamente e misturá-los numa vasilha pagará R$ 52,66 /Kg.
Terá um benefício de 21% no bolso.
Toda esta matemática para concluir que o marketing da Elma Chips - Pepsico nos vê, enquanto consumidores, como idiotas matemáticos.
Vai um salgadinho aí?
sábado, 29 de agosto de 2015
O vendedor de Cataventos
No Parque da Barreirinha sábado à tarde começou assim nossa conversa:
- “Senhor! Posso tirar uma foto sua com os cataventos ao fundo?”
- “Ih! Lá vem mais um querendo me fotografar. Não. Já estiveram aqui até uns japoneses querendo me fotografar e eu não deixei. Que tanto querem me fotografar. Já estou velho e feio. Não.”
Apesar de sua negativa e seus argumentos não deixou de ser simpático. Tomei como desafio e em minha conversa interior dizia: “Eu vou te fotografar”.
Coloquei em ação minha estratégia. Guardei a máquina sentei na mureta do parquinho e começamos a conversar. O fiz falar, desde sua juventude até os dias atuais. Inquérito. Não. Conversa agradável.
Passamos mais de vinte minutos na prosa, até que simulando ir embora soltei o derradeiro clamor: “Será que depois de tantas lembranças agradáveis o senhor vai me deixar tirar uma foto sua?”
Consentiu. Desde que depois volte para lhe dar uma cópia impressa dela.
Amigos esta é a estória pro trás da imagem. A imagem é esta. A tão cobiçada foto do Senhor Fabiano, o vendedor de cataventos. Setenta e três anos, mineiro, quatro safenas, uma cirurgia para retirada de um aneurisma, uma prótese femoral que o obriga a andar de muletas, nascido em Uberlândia, Minas Gerais, serviu exército no Rio de Janeiro, veio parar em Curitiba aonde fez carteira de motorista profissional e foi trabalhar por trinta anos e seis meses na Viação Glória fazendo a linha do Pinheirinho. Amasiado, tem um filho de trinta e sete anos. Aposentado da boleia hoje vende brinquedos no parquinho do Parque da Barreirinha. Os cataventos ele mês faz, são em papel metálico e não amassam. Os outros brinquedos compra na Rua 25 de março em São Paulo onde os preços são muito mais em conta. Um ioiô que aqui custa um real e cincoenta centavos lá ele paga setenta centavos. Não paga passagem para viajar pois a lei do idoso lhe dá esta vantagem.
Ganhei a foto e ganhei um amigo. Valeu!
- “Senhor! Posso tirar uma foto sua com os cataventos ao fundo?”
- “Ih! Lá vem mais um querendo me fotografar. Não. Já estiveram aqui até uns japoneses querendo me fotografar e eu não deixei. Que tanto querem me fotografar. Já estou velho e feio. Não.”
Apesar de sua negativa e seus argumentos não deixou de ser simpático. Tomei como desafio e em minha conversa interior dizia: “Eu vou te fotografar”.
Coloquei em ação minha estratégia. Guardei a máquina sentei na mureta do parquinho e começamos a conversar. O fiz falar, desde sua juventude até os dias atuais. Inquérito. Não. Conversa agradável.
Passamos mais de vinte minutos na prosa, até que simulando ir embora soltei o derradeiro clamor: “Será que depois de tantas lembranças agradáveis o senhor vai me deixar tirar uma foto sua?”
Consentiu. Desde que depois volte para lhe dar uma cópia impressa dela.
Amigos esta é a estória pro trás da imagem. A imagem é esta. A tão cobiçada foto do Senhor Fabiano, o vendedor de cataventos. Setenta e três anos, mineiro, quatro safenas, uma cirurgia para retirada de um aneurisma, uma prótese femoral que o obriga a andar de muletas, nascido em Uberlândia, Minas Gerais, serviu exército no Rio de Janeiro, veio parar em Curitiba aonde fez carteira de motorista profissional e foi trabalhar por trinta anos e seis meses na Viação Glória fazendo a linha do Pinheirinho. Amasiado, tem um filho de trinta e sete anos. Aposentado da boleia hoje vende brinquedos no parquinho do Parque da Barreirinha. Os cataventos ele mês faz, são em papel metálico e não amassam. Os outros brinquedos compra na Rua 25 de março em São Paulo onde os preços são muito mais em conta. Um ioiô que aqui custa um real e cincoenta centavos lá ele paga setenta centavos. Não paga passagem para viajar pois a lei do idoso lhe dá esta vantagem.
Ganhei a foto e ganhei um amigo. Valeu!
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Manhã de rei
A tendência da sociedade de massa é fazer com que você se sinta apenas mais um na multidão. Assim como eu e Luciano De Luca somos dois dentre os vinte e dois mil sócios do Clube Atlético Paranaense.
Hoje fomos recebidos com muita atenção pela diretoria do Furacão na solenidade de entrega do novo Volks Bus ao clube. Na pessoa de sua Gerente de Relacionamento, Christiane Cruz que nos dispensou toda atenção necessária, sentimo-nos como reis.
Mais dos que dois sócios premiados representamos todos os sócios do nosso querido Furacão. A camisa autografada pelo time guardaremos como lembrança desta manhã tão agradável.
Muito Obrigado Furacão!
Hoje fomos recebidos com muita atenção pela diretoria do Furacão na solenidade de entrega do novo Volks Bus ao clube. Na pessoa de sua Gerente de Relacionamento, Christiane Cruz que nos dispensou toda atenção necessária, sentimo-nos como reis.
Mais dos que dois sócios premiados representamos todos os sócios do nosso querido Furacão. A camisa autografada pelo time guardaremos como lembrança desta manhã tão agradável.
Muito Obrigado Furacão!
Nossa foto com presidente Petraglia.
MMA à moda Brasil
Já ouvi várias vezes o termo "Mexicanização do Brasil", que vale para comparar nossos hábitos culturais com os descendentes astecas. A comparação vale em vários meios, como na música, esportes e alguns traços culturais.
No México eles cultuam um tipo de luta livre com homens mascarados, um verdadeiro faz de conta sensacionalista. Já temos no Brasil algo parecido. Dane-se Dana White e seu MMA.
No México eles cultuam um tipo de luta livre com homens mascarados, um verdadeiro faz de conta sensacionalista. Já temos no Brasil algo parecido. Dane-se Dana White e seu MMA.
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