Segundo dito de Dalai Lama: "Só existem dois dias no ano que você não pode fazer nada. O ontem e o amanhã".
Se é assim, hoje não é apenas mais um dia. Hoje é um grande dia. Viva!
Este é um espaço de expor idéias, desenvolver projetos, discutir, relembrar, entreter-se, rir, chorar, pensar. Aqui você encontrará de assuntos sérios aos mais banais, tratados com bom humor e simplicidade sob a minha ótica, o que necessariamente não quer dizer que sejam verdades absolutas. Divirtam-se.
Segundo dito de Dalai Lama: "Só existem dois dias no ano que você não pode fazer nada. O ontem e o amanhã".
Se é assim, hoje não é apenas mais um dia. Hoje é um grande dia. Viva!
Hoje surpreendo-me com uma coluna de esportes homenageando um torcedor do meu Athlético com 94 anos de idade. Fico imaginando, se chegar lá, como serei eu torcedor com uma idade dessas.
Farei comparações?
Lembrarei das glórias passadas?
Quantas estórias terei para contar?
Serei um velho chato diante dos novos torcedores?
Serei um vovô fofinho a ponto de merecer uma homenagem dessas?
Peço que a natureza me dê a chance de ficar muito tempo ainda e poder viver muitas emoções junto com meu clube. Sei lá.
Athlético, paixão mais antiga. Amor da minha vida.
Assim que começou a bendita pandemia, concluindo meus estudos de Guia Regional, propus um desafio. fazer o nível dois da formação superior, a habilitação para trabalhar Nacional e Mercosul. Inclusive levei um grupo de mais quatro colegas a embarcar comigo nesse desafio. Após catorze meses de muita dedicação em frente ao computador concluí meu curso para habilitação de Guia Nacional e Mercosul.
Foi uma experiência incrível estudar remotamente um curso tão complexo. Creio que a pandemia ajudou e muito.
Agora é só aguardar a documentação legal, registrar no Ministério do Turismo e "bora viajar".
Fica aqui meu agradecimento a todos que colaboraram, meus colegas de grupo de estudo e minha esposa que me auxiliou com seus conhecimentos na montagem técnica do TCC,, coisinha chata de se fazer principalmente depois dos sessenta.
Valeu!!!
Às vésperas de irmos para um casamento de um sobrinho, preciso contar uma coisa para vocês.
Em casamentos no meu traje uso sempre o mesmo sapato desde quando me casei na igreja em 1981.
Esse fato deixa minha nora louca, ela não se conforma, mas é que sendo um calçado tão bonito, tão confortável e somente usado em ocasiões bem específicas não tem necessidade de substituição. Então com esse calçado fui a vários casamentos e posso afirmar, continuarei indo a muitos eventos especiais com ele.
Acaba que virou folclore, em nosso grupo da família volta e meia ele é citado e o povo faz força para que eu o abandone. Ao contrário, defendo sua permanência à meu serviço e digo que se precisar podem me enterrar com ele. O calçado que mais polemica deu na face da terra. (foto meramente ilustrativa, kkk)
Uma das primeiras professoras que tive e que tenho lembrança foi a professora Rose, no Colégio Julia Wadenley, no ano de 1968, creio que era na terceira série. Ela tinha uma auxiliar, chamava-se Yara. Ambas muito bonitas e jovens. Na época estava em moda a minissaia e a auxiliar assim expunha sua belas pernas num “modelito” em couro, o que todos notavam.
Passados muitos anos, eu já estava casado e com filhos, fui a uma festa de casamento no Clube Curitibano. Não sendo sócio fui estacionar meu carro num local em frente ao clube, na Getúlio Vargas onde hoje resta um espigão. Entrei com o carro, estacionei e fui para fila pagar.
Dentro do caixa notei uma senhora cuja fisionomia era da minha professora Rose. Chegando minha vez de ser atendido não me contive e resolvi surpreende-la. Soltei: “A senhora foi minha professora no Julia Wanderley em 1968 e seu nome é Rose”. Diante da sua surpresa ela concordou espantada e me questionou sobre minha lembrança depois de tantos anos. Complementei dizendo que lembrava dela, de sua assistente e das minissaias que usava.
Na longa fila atrás de mim ninguém reclamava da demora de nossa conversa, creio que todos viajaram na minha doce lembrança infantil, afinal todos nós devemos muito às nossas professoras e guardamos todas num local especial dentro de nossos corações. Com essa breve passagem de minha vida deixo minha saudação a todas as professoras e professores que tive no decorrer de minha vida. Em especial a minha amada professora, esposa Kátia.
A vida fora do Brasil está muito melhor do que aqui. Não por conta da pandemia que acabou afetando o mundo todo, mas por duas simples razões.
Uma é que não tem muitos brasileiros. E brasileiro é um povo complicadinho. Adepto do fenômeno das redes sociais, é um povo preocupado com sua imagem e com a vida dos outros. Só para seu governo, na Itália quase não se usa o Whatsapp, quando o italiano quer falar alguma coisa ele liga, no mais não querem ser importunados por bobagens.
A outra é que felizmente em outros locais não existe esse caos político que temos aqui. Não que todos os políticos sejam santos, mas a grande maioria não é essa "et caterva" que temos aqui. Logo podemos supor que a vida segue mais leve.
Agora, para vocês avaliarem o inferno em que vivemos, somem as duas coisas. Caos político e redes sociais são o resultado de uma sociedade doente como a que estamos vivendo. Não é a toa que nossos jovens estão debandando. Uma tristeza sem fim um país que não dá oportunidade aos próprios filhos.