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segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Perdeu Play Boy

Não sei se a sua vida, mas a minha amanheceu nesta segunda feira cheia de "ses".
Se meu time fosse campeão... Se meu candidato tivesse vencido... Se... Se... Se...

Já tive oportunidade de falar sobre o "se". O "se" na sua vida é o que não aconteceu e por não ter ocorrido mudou sua vida tremendamente. Se eu não tivesse casado... Se eu tivesse aceito aquela proposta de trabalho... Toda vez que você pensar num "se" de sua vida, com certeza é algo que você deixou de realizar.

Toda vez que penso nos meus "ses" me digo: "Perdeu Play Boy", isso vale para todos nós.

sábado, 29 de outubro de 2022

Athlético, eu te amo!

Este post resume-se ao título. Nada mais a declarar.


sexta-feira, 28 de outubro de 2022

Uma boa ideia

Fiquei uma semana na casa do meu sogro na praia. Ele, por conta da idade, tem uma dificuldade imensa com tecnologia. De controle remoto à celular.

Pois bem, usei a televisão dele, a que ele usa para ver esportes 24 horas por dia, para ver meus programas culturais. Eles retornaram, nós viemos embora.
Porém; voltei e esqueci de reprogramar a TV do homem. Hoje já pela manhã ele me liga e pede ajuda. Estava na academia, tive que parar com o treino para atende-lo, principalmente porque o erro foi meu.

Façam ideia da dificuldade que é orientar uma pessoa sem noção de tecnologia à  250 Km de distância. Foram três chamadas e mais de uma hora para poder orienta-lo a por fim colocar no canal de sua preferência. Se pudesse pegaria o carro e me tocava até São Chico para resolver o problema tamanha a angústia dele.
Por fim tudo resolvido, mas fica a ideia. Um aplicativo que permita resolver esse tipo de situação à distância seria muito bem vindo.



Um pequeno "causo" eleitoral

Já que estamos em clima de eleição, vou contar para vocês uma estorinha que aconteceu comigo.

Fui fazer um trabalho para empresa lá em Belo Horizonte.  O voo saiu cedo daqui, fez escala em São Paulo e de lá seguiu para a capital de Minas. B H tem dois aeroportos, um no centro chamado Pampulha e outro distante uns quarenta km da cidade chamado Confins. 

Nosso voo deveria aterrissar na Pampulha, porém chovia tanto que o aeroporto central fechou, então fomos para Confins. Sem contar que a viagem em si foi terrível, o aviãozinho da TAM foi chacoalhando o tempo todo o que deixou todos os passageiros com o ... na mão, inclusive eu.

Todo mundo amarrado nas poltronas, assim que o avião desceu e abriu as portas foi aquele corre para os banheiros, inclusive eu. Cheguei no banheiro para me aliviar todo nervoso e preocupado com o horário, afinal teria mais quarenta kms para fazer, abri a calça e... Ufa que alívio.
Terminando a necessidade fisiológica, olho para o lado (sabem como é um banheiro masculino, todo mundo faz pipi em pé, um ao lado do outro) e vejo quem?
Quem?
Quem?

Estava fazendo seu xixizinho ao meu lado ninguém menos que o Lula, o que prova que ele existe, é humano e tem medo de avião. Era época de campanha eleitoral, e ele já era candidato naquela época. Interessante foi minha reação à cena inusitada.
Falei: "Lula! Você também faz isso?"
Ao que ele respondeu com sua voz inconfundível: "Oi rapaz. Como que vai? Tudo bem?"

Sim! Eu já fiz xixi com o Lula e antes que me perguntem. Não vi nada da sua intimidade.
Bem; o fato de ter feito isso ao seu lado não me transformou num fanático. Pelo contrário, tenho sérias restrições a ele, sua ideologia, seu partido e suas atitudes.



terça-feira, 25 de outubro de 2022

O que é que posso fazer?

Faltam quatro dias pra final da Libertadores.

A pergunta é... Como estou?

A resposta é... Sofrendo, tenso, pilhado.

 

E como deveria estar?

Meu time do coração vai disputar seu maior título. E não sou só eu. A nação atleticana está como eu... Sofrendo, tensa e pilhada.

Acompanho o estado de espírito pelo grupo de Whatsapp do qual participo. Estão todos sonhando, se é que conseguem dormir.

 

Desta feita não iremos à campo, mesmo porque ir para Equador é praticamente impossível por várias razões, principalmente a financeira.

Comprei, para mim e meu filho, ingressos para assistir o jogo na Arena. De camarote.

E todos me questionam. “Tá podendo heim? Camarote?”

Minha resposta: “Para ver meu time conquistar algo tão importante, um pouco de conforto não faz mal.”

 

Se o seu time não está na final da Libertadores, o que é que eu posso fazer?




segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Mudando conceito

Teve um tempo em que eu tinha um sonho. Um dia morar na praia. Menos mal que esse sonho não se realizou. Esta semana estamos em São Chico para prestar um apoio aos sogros que precisaram viajar para um evento familiar. Com todo conforto e modernidade.

 

Estou falando de praia no litoral catarinense que é pelo menos mil vezes melhor do que as praias do Paraná.

Vocês não fazem ideia do que é tédio isso aqui fora da temporada!

É realmente “neurotizante”. E vejam que nem está chovendo. Se tivesse então, pirava. Mais um livramento em minha vida; a venda da casa de praia.

 

Agora já está definido: Fim da vida tem que ser num grande centro, com conforto e agitação. Praia só no período da temporada mesmo com muita gente e atividade social que é o que me move. Preciso de gente.




sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Viajando no passado

Enquanto caminhava pela praia e pensava na vida tive uma ideia de fazer um “review” sentimental de meus amigos do passado, especificamente os da faculdade.

Não! Não cometerei a sandice de dar nomes, mesmo porque o objetivo do texto é poético apenas. Então, o único que vocês terão certeza sou eu mesmo.

 

E se é assim porque não ser o primeiro da lista? Este é fácil não é verdade?
Quando entrei na universidade já estava namorando com a pessoa que viria ser a mãe dos meus filhos, como era jovem, tonto e apaixonado passei este período todo sem me envolver com mais ninguém, embora tempo depois viria saber que existia um coração derramado por mim (que poético isso), separei-me tempinho depois tornando a me casar com a atual, dois filhos, uma filha do coração e dois netos.

 

Como falei não citarei nomes, sendo assim pensei em dar nomes fictícios aos personagens, mas não, nominarei as pessoas pelas letras do alfabeto em ordem crescente. Vamos lá então...

 

“A” conheceu “B” na faculdade, passaram todo o curso no namoro, depois da formatura, casaram-se e tiveram duas filhas, estão juntos até esta data. “C”, aquela que me esperava, casou-se com pessoa fora da faculdade, está viúva atualmente, ainda bem que não fui eu o seu escolhido.

 

“D” sumiu, escafedeu-se, foi embora para seu país de origem e até hoje não se consegue notícias dela. “E” morreu de AIDS, era gay assumido. Já “F” casou-se com pessoa de fora da faculdade com quem teve um casal de filhos, separou-se e recentemente assumiu relacionamento gay, grande surpresa, demorou pra sair do armário o mocinho.

 

“G” casou-se, teve uma filha que lamentavelmente teve uma morte trágica, seu casamento não sobreviveu o evento. “H” que era um xarope como pessoa, casou-se com “I”, solteirona convicta, na real tiveram um affair, só se uniram para realizar uma viagem ao oriente e já estão sozinhos novamente, difícil se aguentar.

 

“J” tinha noivo na época da escola, rapaz conhecido de futuro garantido, porém terminou com ele para casar-se com jogador de futebol. Não deu certo, separou-se e casou com outro jogador de quem ficou viúva. “K” não se casou, foi morar em Brasília, assumiu alto cargo no governo e hoje mora em São Paulo.

 

“L” a que tinha os seios fartos e desejados, casou-se e sumiu do mercado, o marido deve ser ciumento ou ela não gostava da turma. O restante do alfabeto em regra se casou e até onde sei está bem. Tendo alguma nova informação retornarei ao assunto.