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terça-feira, 17 de março de 2015

Reflexão


segunda-feira, 16 de março de 2015

A importância do sal (desfeito o mistério)

Um fato que sempre deixou dúvida e finalmente consegui entender.
Sempre ouvi que no passado remoto da humanidade o sal era produto  muito importante. Tamanha sua importância o ganho das pessoas era calculado em sal, daí o termo salário usado em nosso idioma.
Para mim o sal serve para temperar os alimentos e confesso nunca aceitei muito bem o fato de tamanha importância do sal na história.
Enfim encontrei uma resposta: no passado, sem energia o sal era utilizado para conservar os alimentos, fosse em salmouras para vegetais ou na confecção de charqueadas que mantinham as carnes de diversos animais aptas a serem armazenadas por mais tempo.
Pronto! Simples assim. 

A vida é um eterno aprender

Bom dia!
Semana para se comemorar. Depois de uma faculdade e duas pós graduações, hoje, retorno aos bancos escolares. Inicia um ano de descobertas e espero seja repleto de muito aprendizado e abertura de horizontes.
Vocês saberão muito do que vier a acontecer no desenrolar deste blog.
Boa semana a todos.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Mike Tyson

O velho Mike Tyson tomando um solzinho na sala.
Já são onze anos de parceria e ele está forte mesmo sendo um velho senhor.

domingo, 8 de março de 2015

Dia internacional da mulher

Como todo homem descrito na música de Erasmo sou depende e carente da tua força. Na figura de uma mulher muito forte e especial para mim homenageio todas as mulheres. Parabéns!

sábado, 7 de março de 2015

Não tenho medo da morte

Quem sabe um pouco de filosofia entende que a letra desta música de Gilberto Gil é uma obra prima. Não pensei que alguém pudesse expressar tão bem o que sinto sobre o assunto. Assista esta obra prima no link anexo.
http://letras.mus.br/gilberto-gil/1288009/#radio

Não tenho medo da morte

Gilberto Gil

não tenho medo da morte
mas sim medo de morrer
qual seria a diferença
você há de perguntar
é que a morte já é depois
que eu deixar de respirar
morrer ainda é aqui
na vida, no sol, no ar
ainda pode haver dor
ou vontade de mijar
a morte já é depois
já não haverá ninguém
como eu aqui agora
pensando sobre o além
já não haverá o além
o além já será então
não terei pé nem cabeça
nem figado, nem pulmão
como poderei ter medo
se não terei coração?
não tenho medo da morte
mas medo de morrer, sim
a morte e depois de mim
mas quem vai morrer sou eu
o derradeiro ato meu
e eu terei de estar presente
assim como um presidente
dando posse ao sucessor
terei que morrer vivendo
sabendo que já me vou
então nesse instante sim
sofrerei quem sabe um choque
um piripaque, ou um baque
um calafrio ou um toque
coisas naturais da vida
como comer, caminhar
morrer de morte matada
morrer de morte morrida
quem sabe eu sinta saudade
como em qualquer despedida.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Minha vida em monogramas

Logo que comecei a namorar com Kátia, certa vez ela me presenteou com uma toalhinha que havia feito para o seu enxoval. Na toalha tem seu nome bordado e a recomendação junto como presente era para que não a esquecesse. Esta toalha eu guardo como recordação ao lado da cama até hoje.
Semana passada fui fazer uma faxina em alguns armários e num deles que estava repleto de jogos de cama e toalhas encontrei uma toalhinha do mesmo tipo, porém nesta esta bordado o nome de minha ex-mulher. Num primeiro momento pensei em dar fim como fiz com tantas coisas inúteis que estavam dentro do meu apartamento.
Porém, mudei de ideia. Vou manter a recordação como única lembrança da pessoa que a meu lado construiu uma família, não importando o que tenhamos feito anos depois com ela, foi uma família e em muitos momentos feliz, isso é inegável.
Hoje vejo que é possível manter recordações de meu passado mesmo que os personagens tenham me dado tanta dor de cabeça, afinal não conseguimos esquecer uma pessoa à medida que desejamos esquecê-la, pois toda vez que ordenamos o esquecimento de nossa memória estamos nos lembrando dela. Palavra de Freud.
Assim terei a toalha de Kátia perto de mim e a da mãe dos meus filhos em algum lugar. Uma para lembrar que vivo um grande amor e a outra acho que como um marco a ser lembrado sempre que de tempos em tempos a rever e poder então me perceber dos erros e acertos da vida.

Fábio Jr se fizer o mesmo vai montar um toalheiro.