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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Fazendo uma breve autoanálise

Onisciência, Ok.
Onipotência, Ok.
Onipresença, em desenvolvimento.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Nó na cabeça

Cerco-me de toda eficiência feminina possível. Hoje foi o dia da Antônia passar aqui por casa. Já faz dois anos que ela preza pela manutenção e asseio do ap. Uma vez por semana ela vem e põe tudo em ordem, como deve fazer em sua  própria casa, deixa tudo um brinco. Depois disso eu e Tyson nos encarregamos de revirar tudo novamente. Coisas de homem.
Antônia foi uma santa pessoa apresentada pela minha amada. Dividimos seu trabalho parcimoniosamente. Um dia cá em casa, um dia lá na casa dela. Seu comentário é muito interessante e não deixa de refletir o que pensam da relação que vivemos. Diz ela: "Eu nunca imaginei que cuidaria das casas de um casal que não vive junto". E completa: "Não é bom que você morem juntos, senão vou perder metade do meu trabalho".
Nem prometendo que em breve quando formos para nossa nova casa ela dobrará os dias de serviço na mesma casa. Coisas da modernidade de duas crianças cinquentonas.


nota do autor: Não forneço o contato de Antônia nem sob tortura, além de ter todos os dias tomados ela é só nossa. Favor não insistir.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

O significado das coisas

Winston Churchill é tido como o criador do símbolo "V" de vitória feito com as mãos durante a segunda guerra quando a Inglaterra reagia aos ataques nazistas.
Veja que curioso: Churchill copiou o símbolo de pichações do partido anti nazista alemão que usavam o "V" para expressar a palavra "vrijheid", liberdade em alemão.
Inteligente, Churchill sabendo que suas imagens chegariam até os comandantes alemães, certas vezes fazia o "V" mostrando as costas da mão, pois desta forma sobressaia o dedo médio que além de vitória queria dizer: "Vá se f..."


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Lança Perfumes

A "Rhodia", primeira empresa em que trabalhei, chegou ao Brasil na metade do século passado. Empresa francesa do setor químico farmacêutico veio para cá trazendo um de seus produtos que podia ser muito vendido no país do carnaval. E assim apareceu o lança perfumes. Chamava-se Rodo.
Atualmente muitas pessoas podem se surpreender e pensar como é possível uma multi nacional vender lança perfumes. 
A explicação é muito simples. O lança perfumes no seu primórdio não foi feito para ser aspirado, ele foi  feito para ser jogado nas pernas das pessoas e com o éter causar uma sensação de frescor. O que aconteceu é que a genialidade humane descobriu que o éter cheirado causava torpor e logo desvirtuaram a brincadeira tão ingenua. Óbvio que com o uso indevido do produto começaram a vir os problemas e a consequente proibição de sua fabricação e venda, constituindo-se em crime.
Nos anos oitenta quando comecei a trabalhar na Rhodia era muito comum sermos perguntados se ainda existia o Rodo, principalmente pelos clientes mais antigos que conheceram  o uso bom do produto.
É! Já não se fazem mais carnavais como antigamente. Já não se fazem mais seres humanos como antigamente.

Um bom carnaval a todos.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Reflexão sobre o bem e o mal

E o tempo se encarrega de por tudo no seu devido lugar. Já dizia minha mãe: "Nada como um dia atrás do outro".
Reflexões da minha vida, olhando o vale por onde perambulei do topo desta montanha que batizei de paz de espírito.
Você não sabe o mal que fez ao mesmo tempo que não sabe o bem que me faz.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Sobre o beijo

Dos beijos que  já troquei muitos foram arrancados pelo hábito, alguns foram dados no calor de um "affaire". Outros foram dados por respeito, teve uns dados por amizade.
Porém, não há beijo mais doce do que aquele dado com amor. Não há como descreve-lo. É preciso senti-lo. O beijo de uma mãe é com certeza um bom exemplo. O beijo de um amor verdadeiro é outro.
Não lamento os beijos que troquei. Lamento aqueles, que descobri, me foram retribuídos por obrigação. O que chamo de traição de um beijo. Beijos sem sentido.
O meu ultimo ato diante da minha  mãe foi um beijo. No seu leito de descanso beijei-lhe a testa. Em que pese a tristeza, a frieza do momento, o beijo que não esquecerei.
Adoro os beijos da minha amada, quando repouso no seu colo, ela me acaricia e de inesperado ato me beija. Sublime sensação de pertencer ao coração de alguém.
Adoro beijo.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Esquentando os tamborins...

Vamos lá amigos !
Semana pré carnaval.Todo mundo entrando no clima. 
Podem começar o ensaio:
https://youtu.be/ylud9uuanpc