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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

O país do contrário

Para terminar bem a semana leiam a notícia do link.
Em italiano tem uma canção infantil que traduzida se chama
"País do contrário".
Diz a letra assim:

-Mas que país extraordinário
-O país do contrário
-Onde está ninguém sabe
-Eu sei mas não digo

Não é para estragar com a magia da canção infantil, mas este país é o Brasil.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/justica-e-direito/stf-decide-que-estado-deve-indenizar-presos-por-condicoes-sub-humanas-byrm7u5d7wtgj97nmtc07x5hx

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Cuidado com os detalhes

Nestes tempos de exposição máxima nas redes sociais é preciso tomar algum cuidado para não deixar que os "pequenos detalhes" estraguem a sua imagem.
Pesquei esta imagem nas redes sociais...


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Tem que ter curso...

Tivemos um caseiro na praia que marcou época. Manoel, carinhosamente chamado de Mané e para os próximos Índio, este o meu caso.
Mané Índio era uma pessoa humilde, mas cheia de recitar provérbios e frases de efeito. Uma delas que bem dizia sempre quando precisava enaltecer suas qualidades era: “Tem que ter curso”.
Tudo o que você não sabia fazer e ele sabia Mané emendava um: “Tem que ter curso”.
Hoje cedo me lembrei dele com seu bordão. No final do ano passado eu e Kátia tiramos uns dias em Fortaleza e no apartamento que alugamos tinha uma torradeira. Confesso que fiquei maravilhado com o conforto que a maquininha me proporcionava. Tanto elogiei que papai Noel me trouxe uma.
Comecei a utilizar minha torradeira e no dia a dia notei que algumas vezes, mesmo a temperaturas mais baixas, a fatia de pão passava do ponto, ou seja, queimava um pouco. Preparando meu café esta manhã, observei que é possível ajustar a fatia de pão dentro da geringonça e fazendo com que o pão não encoste na lateral próxima à resistência ele saí douradinho sem queimar.
Pensando um pouco mais, cheguei a conclusão que tudo o que fazemos de novo em nossas vidas denota de observação e experiência, seja na condução de um avião, um carro ou de uma simples e inofensiva torradeira elétrica.

Mané tinha razão: “Tem que ter curso”.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Para ler e refletir

Sábado em São Chico saí para comprar pão para o churrasco. Enquanto me preparava para voltar pra casa vi uma cena deprimente. No ponto de ônibus um cadeirante acenava para motorista do ônibus que vinha pela estrada. O motorista deu sinal que pararia, mas quando viu que era um cadeirante deu marcha e acelerou.
Não tive dúvidas; acelerei o carro e fui atrás do coletivo até a próxima parada. Desci fui conversar com o motorista, e devido a alguns argumentos “fortes”  o fiz retornar e embarcar o rapaz.
Retornei ao ponto anterior e em seguida o ônibus chegou. O rapaz ficou muito agradecido e fez questão de me presentear com um dos produtos que estava vendendo. Um creme para aliviar dores musculares a base de sebo de carneiro (ao menos é o que diz no rótulo). Tivemos uma rápida conversa e ele me disse que estava indo para sua casa, já que tinha um quiosque onde fazia lanches.
Ao fim da tarde depois do churrasco e algumas cervejas fui tirar uma soneca. Em seguida Kátia me acorda, pois precisávamos ir ao supermercado comprar os ingredientes para a carne de onça que faria a noite.
Saindo do super dei de cara com meu amigo cadeirante. Estava circulando entre os carros vendendo seus produtos. Inacreditável!
Conversamos.
Me contou que era instalador de sistemas de segurança e teve uma queda de seis metros de altura enquanto instalava uma câmera, que por não ter seguro social esta tendo que se virar para sobreviver.
Pois é... tudo me levou a seguinte reflexão:
Eu fui a praia para relaxar, pois tive uma semana carregada. Preocupado com o quê mesmo?

E você, lendo este texto, está reclamando do quê?

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Comemorando a classificação na Libertadores

Dá-lhe Furacão!

Frases e pensamentos

"Não crie lembranças eternas de pessoas perecíveis".

Anônimo

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

O resto é silêncio

Disse o príncipe Hamlet, suas ultimas palavras:

"Quando todo esse barulho que faço para não me enfrentar, quando eu decidir acabar com toda a distração ao meu redor, quando eu parar de me anestesiar e resolver enfim olhar para dentro de mim. 
Quando todos que conheço se forem, o que restará? 
Vazio. Silêncio. 
Sim, o resto é silêncio."

Shakespeare

nota: Leia e reflita, depois que tudo acabar em sua vida. O resto é silêncio.
Quem tem medo do silêncio?