Chegará o dia em que teremos congestionamento de gente no Parque Bariguí. Com a chegada do calor e junto o horário de verão o curitibano sai de casa, sai do trabalho ou nem vai e vai pro parque.
Eu nunca havia visto a pista de caminhada com tanta gente como ontem ao final da tarde. Culminou que na parte mais larga da pista agora é compartilhada com bicicletas, se você observar dividiram a pista ao meio com uma faixa delimitando o espaço para pedestres e bikes. Logo o espaço para quem caminha ou corre ficou mais estreito. Entope de gente.
O problema maior é que o curitibano, assim como no trânsito, comporta-se muito mal quando caminha. Deve ser algo sistêmico. As pessoas caminham na faixa contrária, ou devagar demasiadamente, certas vezes param repentinamente. E como ocorre com os veículos, para quem esta correndo, torna-se um problema frear bruscamente ou buscar um desvio. A melhor coisa que se tem a fazer em dias como ontem é correr pela grama, tem que fazer um treino off-road, claro tomando o devido cuidado com as carimbadas dos agradáveis cães curitibanos e seus donos mal educados.
Tamanha voracidade do estado em arrecadar com multas, não esta distante o dia em que teremos DIRETRAN multando o cidadão.
Já imaginou?
Ouvi esta no domingo e compartilho com vocês: “Deus não permitirá que eu morra sem realizar todos os meus sonhos”.
Este é um espaço de expor idéias, desenvolver projetos, discutir, relembrar, entreter-se, rir, chorar, pensar. Aqui você encontrará de assuntos sérios aos mais banais, tratados com bom humor e simplicidade sob a minha ótica, o que necessariamente não quer dizer que sejam verdades absolutas. Divirtam-se.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Clark Kent ou Super-Homem?
Bom dia!
Não foi preciso muito tempo depois de assumir minha nova opção profissional para descobrir que fiz a escolha certa. Já no sábado à tarde tive uma sessão fotográfica para um book da Ford Models. É mole?
Grande estréia. Esta pensando o quê?
Muito legal, resolvemos fazer a captura em local aberto, escolhemos um parque e lá fomos, eu, a produtora e a modelo. Alguns anos atrás diria que “Queimamos alguns filmes”, atualizando a expressão ficaria assim, “Enchemos o cartão de memória”. Muito bom trabalhar com quem conhece do assunto, fica fácil, eu só me preocupei com a qualidade das imagens que fazia, a produtora orientava a modelo fazendo com que ela se postasse de acordo, o que ela fazia muitíssimo bem.
Pena que não posso mostrar as imagens ainda pra vocês, a produtora e a agência pedem exclusividade por um tempo e elas ainda estão na fase de pós-produção. Oportunamente passarei o link para vocês.
Era isto. Esta na hora de tirar a roupa de fotografo e vestir a de representante tal qual Clark Kent fazia, ora jornalista, ora Super-Homem. Boa semana para você.
Posto mais uma imagem da 1ª Comunhão da Larissa.
Não foi preciso muito tempo depois de assumir minha nova opção profissional para descobrir que fiz a escolha certa. Já no sábado à tarde tive uma sessão fotográfica para um book da Ford Models. É mole?
Grande estréia. Esta pensando o quê?
Muito legal, resolvemos fazer a captura em local aberto, escolhemos um parque e lá fomos, eu, a produtora e a modelo. Alguns anos atrás diria que “Queimamos alguns filmes”, atualizando a expressão ficaria assim, “Enchemos o cartão de memória”. Muito bom trabalhar com quem conhece do assunto, fica fácil, eu só me preocupei com a qualidade das imagens que fazia, a produtora orientava a modelo fazendo com que ela se postasse de acordo, o que ela fazia muitíssimo bem.
Pena que não posso mostrar as imagens ainda pra vocês, a produtora e a agência pedem exclusividade por um tempo e elas ainda estão na fase de pós-produção. Oportunamente passarei o link para vocês.
Era isto. Esta na hora de tirar a roupa de fotografo e vestir a de representante tal qual Clark Kent fazia, ora jornalista, ora Super-Homem. Boa semana para você.
Posto mais uma imagem da 1ª Comunhão da Larissa.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Renato De Luca - Fotografo
Preciso contar uma novidade para vocês. Dizem que o trabalho ideal é aquele que você faz por prazer. Com meu atual ritmo de vida profissional, pessoal assim como de meus próximos, estava eu ficando com algumas lacunas de tempo a serem preenchidas. Tempo é dinheiro. Então pensei: Porque não fazer alguma coisa que me ocupe e também me de algum ganho extra?
os negócios da Kodak por anos e foi fácil entrar em contato com este segmento e respirar novamente ares de fotografia.
Hoje tenho a satisfação de lançar neste espaço a minha proposta de trabalho. Estou adquirindo mais uma faceta profissional: Renato De Luca – Fotografo.
Minha proposta é trabalhar com fotografia social e institucional. Então pretendo dar atendimento a atividades sociais como festas, eventos e outras ações, e pelo lado institucional atendendo a eventos empresariais como feiras, congressos, reportagens de modo geral.
Formatei uma maneira bem interessante e diferente de trabalhar.Pratico a fotografia criativa e com enfoque no ser humano. Muito em breve meu site estará no ar: www.metaponto.com.br
Espero poder mostrar nele meu o trabalho. Por enquanto deixo a sua disposição meus telefones para contato: 041-3232-8398 ou 041-9996-7060 e conto sua lembrança e indicação.
A foto que posto é de um ensaio que realizei na festa da primeira comunhão de minha afilhada Larissa, a modelo ajuda muito o fotografo.
Meu Habitat - Teatro Guaíra
O Teatro Guaíra faz parte da vida de todo curitibano. Quem de nós, pelo menos uma vez em sua existência, não adentrou ao majestoso palácio das artes e eventos?
Eu mesmo conheci o Guaíra de muito pequeno e põe tempo em que fui criança. Naquele tempo nem existia o auditório principal, as peças infantis aconteciam no auditório Glauco Flores de Sá Brito, aquele cuja entrada é pela lateral do hoje popular Guairão que se chama Bento Munhoz da Rocha Neto, o outro auditório, Salvador de Ferrante tem sua entrada pela rua XV de Novembro e é uma sala bastante interessante.
Lembro com saudades um projeto que aconteceu logo que entrei na universidade e chamava-se Projeto Universitário, acontecia sempre às segundas-feiras e trazia dois artistas famosos para apresentarem-se a preços estudantis. Num destes shows Luiz Melodia discutiu com a platéia, pois cantava com ele a jovem Marina que resolveu apresentar-se com uma túnica transparente para alegria geral dos estudantes e é claro que ninguém queria ver homem de ébano no palco.
Uma outra situação bem interessante aconteceu com a cantora Adriana Calcanhoto, que agora até de nome mudou, chama-se Adriana Partimpim. Fomos assistir a uma apresentação sua no teatro Paiol, ela ainda não era famosa e o teatro que é pequeno mal lotou, o show ficou bem intimista. Passada esta aparição, sua música “Naquela Estação” estourou na novela das oito. Deram três meses e ela retornou à Curitiba, desta feita lotou o Guairão para fazer o mesmo show. O que não faz uma novela na vida de um cantor.
Antigamente para ir ao teatro, as pessoas se produziam demais, era atividade para por a roupa de domingo, casacos de pele, ternos e outras coisas. Hoje ir ao teatro, graças a Deus, ficou muito leve e agradável. Para bem de todos o evento perdeu sua pompa, pena que ainda é um lazer caro para ser cultivado com mais freqüência, mas é assim desde quando eu era muito pequeno e põe tempo nisto.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Meu Habitat - Parque Bariguí
O que escrever do Parque Bariguí. Já é chamado até de praia de Curitiba, é com certeza o local publico mais procurado na cidade e eu como bom curitibano também sou fã do parque.
Lembro quando nasceu minha filha, aos sábados à tarde por alguma razão tinha que ficar com a pequena. Comprei então um walk-man, que na época vinha com fm e fita K-7 e ficava empurrando o carrinho, fazendo hora no estilo “pai modernoso”. Foi assim com o segundo filho, aos domingos pela manhã, quando o “busun” não custava um real e o parque era mais calmo, tantas foram às vezes que corri atrás das bolas chutadas em direção ao lago, ou mesmo a empinar pipas, quanto pão levei aqueles marrecos. Mais tarde com a chegada do Tyson passei a ir na condição de proprietário onde ele desfila seu corpanzil no seus passeios show.
Se conseguisse contabilizar quantas voltas já dei correndo por suas pistas e as transformasse em quilômetros tomaria um susto. Este reduto aos sábados cedo é local do pessoal da saúde, são centenas de corredores treinando o que deixa a pista com um ar saudável e estimulante a pratica do esporte. Não há nada mais agradável do que ir treinar cedinho no parque e correr com o frescor da noite que cede lugar a um dia quente que chega (Putz! Sacada romântica esta).
Tem quem prefira o lugar como extensão das baladas ou ponto de partida para um romance. Muitos mitos existem por lá além do jacaré, peixes, marrecos, ovelhas e os quero-quero. Acusam o jacaré de ter comido o poodle de uma madame, dizem que as ovelhas serviam de banquete ao antigo prefeito judeu e que à noite o guardas municipais pescam a carpas para seu jantar.
Seja o que for mito ou verdade, o parque Bariguí é com certeza o quintal de nossas casas. Lugar de esquecer os problemas, energizante, local de estar em comunhão com a natureza.
Na foto note um quero-quero cuidando de seu ninho a esquerda em baixo enquanto a vida acontece no parque.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Não será, já é
Como é duro voltar à rotina do dia a dia. Ainda mais quando o fim de semana emendado vem com um tempo maravilhoso como o que se apresentou.
Aproveitei, depois de cumprir com minhas obrigações cívicas, e debandei-me para meu pequeno mundo no litoral. Valeu a pena, em que pese o trabalho que tenho tido para arrumar meu aconchego, voltei a ter a mesma paixão pelo cantinho que sonhei em ter um dia.
Vejam como são os mecanismos psicológicos que desenvolvemos. Certa vez, no passado, o sonho da casa na praia foi vivido a dois, pensando na família, na qualidade de vida dos filhos e na futura aposentadoria. Não deu certo. Precisei então destruir na minha lembrança e deixar com que a casinha (como dizia o extinto Mané) ficasse a deriva, abandonada.
Porém amigos, a vida é maravilhosa, e se reinventa a cada dia, se renasce a todo instante. Eis que eu ressurgindo na vida, como todos que temos o direito à felicidade, reencontro o prazer de viver novamente naquele lugar. Com pessoas verdadeiras a meu lado, este não será mais um sonho, já é uma realidade. Dá trabalho, não é fácil, exige muito suor e dores pelo corpo, porém vale a pena. Esta tudo quase pronto, muito bonito e de bom gosto, logo poderemos receber os verdadeiros amigos no nosso cantinho frente pro mar. E assim vai ressurgindo a casinha, como eu, como você às vezes é preciso se destruir para poder se reinventar. Boa semana quebradinha para você.
Aproveitei, depois de cumprir com minhas obrigações cívicas, e debandei-me para meu pequeno mundo no litoral. Valeu a pena, em que pese o trabalho que tenho tido para arrumar meu aconchego, voltei a ter a mesma paixão pelo cantinho que sonhei em ter um dia.
Vejam como são os mecanismos psicológicos que desenvolvemos. Certa vez, no passado, o sonho da casa na praia foi vivido a dois, pensando na família, na qualidade de vida dos filhos e na futura aposentadoria. Não deu certo. Precisei então destruir na minha lembrança e deixar com que a casinha (como dizia o extinto Mané) ficasse a deriva, abandonada.
Porém amigos, a vida é maravilhosa, e se reinventa a cada dia, se renasce a todo instante. Eis que eu ressurgindo na vida, como todos que temos o direito à felicidade, reencontro o prazer de viver novamente naquele lugar. Com pessoas verdadeiras a meu lado, este não será mais um sonho, já é uma realidade. Dá trabalho, não é fácil, exige muito suor e dores pelo corpo, porém vale a pena. Esta tudo quase pronto, muito bonito e de bom gosto, logo poderemos receber os verdadeiros amigos no nosso cantinho frente pro mar. E assim vai ressurgindo a casinha, como eu, como você às vezes é preciso se destruir para poder se reinventar. Boa semana quebradinha para você.
Dedico esta coluna à Kátia, responsável pelo meu renascimento.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Meu Habitat - Hospital Geral do Exército
O Hospital Geral do Exército guarda o privilégio de ser umas das raras áreas próximas ao centro da cidade que ainda não foram urbanizadas. Deve valer um dinheirão. Aguardo o dia em que se transforme num gigantesco empreendimento imobiliário e creio que não esta longe.
O glorioso Exercito Brasileiro (“Braço forte, mão amiga”) subutiliza a unidade, mesmo porque não recrutam mais o mesmo número de soldados para o serviço militar fato que justificava a utilização do HGE- 5ª Região como é conhecido. Hoje é muito usado como serviço ambulatorial para seus aposentados, esta cheio de general de pijamas pelas redondezas, e alguma cirurgias não muito grandes ainda são realizadas ali.
Falando em cirurgia, pelos idos de 1974, moravam aqui no prédio dois oficiais médicos. Eu, que já era um hominho, precisava fazer uma cirurgia. Como direi, num local íntimo, precisava fazer a circuncisão, ta é melhor assim, mas eu não sou judeu (que pena). Minha mãe como boa negociante trocou a operação por aluguéis. E lá fui eu ser operado no HGE. Feito o procedimento, no dia seguinte deveria ir fazer um curativo com determinada enfermeira. E eu fui. Só que a singela enfermeira era profissional do exercito, amigos. Imaginem a delicadeza com que fui tratado. Fiz um só curativo e ela deve estar me esperando até hoje para tirar os pontos. Este bravo civil fez tudo em casa, com carinho, a enfermeira não levava em consideração o lema da instituição: “Braço forte, mão amiga”, ao contrário o braço era forte e a mão mais forte ainda.
Em toda esta vida que moro em frente ao HGE posso dizer que só foi disparado um tiro apenas. Certa vez um vigia do posto de guarda atirou em seus colegas que voltavam da festa pulando o muro lateral.
O hospital tem traços de seus comandantes em sua administração, havia um que adorava exercícios matinais, então era possível ver todos os subalternos cedinho correndo pelas ruas internas. Outro descobriu como explorar espaço comercial na esquina onde hoje tem uma placa publicitária que de certo remete lucros para o Ministério do Exército (sic!). O atual comandante adora fazer costela de chão, pelo menos uma vez ao mês seus subordinados atracam-se em luta mortífera com as peças do poderoso ruminante despedaçado e espetado sobre a lenha que queima derramando seu cheiro em todos os bairros próximos como um ataque de gás químico a enlouquecer os inimigos.
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