Este é um espaço de expor idéias, desenvolver projetos, discutir, relembrar, entreter-se, rir, chorar, pensar. Aqui você encontrará de assuntos sérios aos mais banais, tratados com bom humor e simplicidade sob a minha ótica, o que necessariamente não quer dizer que sejam verdades absolutas. Divirtam-se.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Meu Habitat - Universidade Federal do Paraná
Minhas homenagens à Universidade Federal do Paraná, entidade da qual tenho orgulho de ter sido seu aluno. Cursei Publicidade e Propaganda na instituição. Entre os anos de setenta e nove e oitenta e dois, apenas para referência, anos do governo Figueiredo, final do período de repressão imposta pelo governo militar, início do período da abertura política. Bom tempo para ser estudante universitário aquele. Éramos como crianças que ganhávamos a liberdade de poder fazer o que desejássemos numa idade em que questionávamos tudo. Havia um misto de medo e poder em tudo o que fazíamos.
Não estudei no prédio da foto, freqüentei o edifício Dom Pedro I, o da reitoria, oportunamente posto a foto dele e aproveito pra contar outra estória. Este prédio, o da Praça Santos Andrade, abrigava o curso de medicina, e outros da área. Ainda lembro dos amigos e professores da gloriosa Federal. E quem se esqueceria da Lucrecia, do professor Hélio, da temível Lindacir de Estatística. Só uma turma de amigos bem interessante para passar pela provação dos bancos universitários, por sinal bancos bem duros os da Federal, já eram desde estes tempos, mas que ficaram ainda mais sucateados com o passar dos anos. Turma boa, desta época tenho amigos que cultivo até hoje, Hamilton (gaúcho), João Batista, Enio, Ulisses e Plínio fazem parte de meus contatos mais freqüentes.
Recentemente convidei o Hamilton para juntos assistirmos uma partida de futebol, quem diria, não faz muito tempo dois rapazes agora nos vemos sentados dois senhores com a calva e os cabelos brancos e uma bagagem de vida imensa, sinal dos tempos. O tempo passou, porém não estamos destruídos e abandonados como a nossa velha Universidade.
Mesmo assim eu tenho orgulho do diploma que trago comigo, diploma da Universidade Federal do Paraná.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Turbina à prova de balas
Não me contive. Mulheres turbinadas, desculpem.
A matéria saiu num site de notícias policiais de nossa cidade. Trata-se de um caso em que um empresário tentou matar um traveco dentro de seu flat por conta do acerto do programa.
Vejam o que disse a “boneca” em determinado momento de sua entrevista:
Deste momento em diante, Susi disse ter desmaiado e só acordou quando a jogaram para fora do carro num matagal. “Depois de me jogar, ele deu o segundo tiro, que me acertou o lado esquerdo do peito. Era para matar”. A travesti só não morreu, porque a bala ficou alojada em sua prótese de silicone, impedindo que o projétil atingisse o coração.
É mole? Salva pela turbina. Pois bem estou até vendo uma grande oportunidade de mercado po conta do ocorrido. Prótese à prova de balas.
Imaginem a cena.
O marido pergunta à esposa: Querida quer um carro blindado?
E ela responde: Amor se esquece que minha turbina resiste a tiro de AR-15?
Para provar tem a imagem da dama de paus (sem “s” é claro) toda arrombada. Ossos do ofício.
Esta com dózinha?
Leva pra casa, leva.
A matéria saiu num site de notícias policiais de nossa cidade. Trata-se de um caso em que um empresário tentou matar um traveco dentro de seu flat por conta do acerto do programa.
Vejam o que disse a “boneca” em determinado momento de sua entrevista:
Deste momento em diante, Susi disse ter desmaiado e só acordou quando a jogaram para fora do carro num matagal. “Depois de me jogar, ele deu o segundo tiro, que me acertou o lado esquerdo do peito. Era para matar”. A travesti só não morreu, porque a bala ficou alojada em sua prótese de silicone, impedindo que o projétil atingisse o coração.
É mole? Salva pela turbina. Pois bem estou até vendo uma grande oportunidade de mercado po conta do ocorrido. Prótese à prova de balas.
Imaginem a cena.
O marido pergunta à esposa: Querida quer um carro blindado?
E ela responde: Amor se esquece que minha turbina resiste a tiro de AR-15?
Para provar tem a imagem da dama de paus (sem “s” é claro) toda arrombada. Ossos do ofício.
Esta com dózinha?
Leva pra casa, leva.
A terceira dentição
Olha o Luigi aí, gente!
Sempre simpático, de sorriso fácil, um verdadeiro bonachão. Também tudo de bom e na hora certa só podem deixar a pessoa com esta cara de satisfação. Gostei muito nesta imagem do tom de pele e da suavidade obtida na iluminação.
O Luigi é filho de meu sobrinho Ronald e da minha dentista Luciana, a responsável por meu sorriso mega, hiper, ultra-bright. Que não é implante e nem chapa, a vulgar perereca. Muito pelo contrário, ainda tenho dente de leite, um remanescente da tenra idade que insistiu em ficar.
Estava a filosofar sobre a dentição humana. Sabem que temos duas dentições ao longo de nossas vidas. A chamada “de leite” e a definitiva. Pois veja, chegando aos cincoenta e preocupado com a dentição para o restante de meus dias, cheguei à conclusão que pela evolução humana já esta mais do que na hora de desenvolvermos uma terceira troca de dentes naturais já que depois dos cincoenta a terceira troca existe, porém por conta dos dentistas e suas técnicas com implantes, pivôs, dentaduras.
Isto se justifica porque estamos, cada vez mais, aumentando nosso tempo de vida e, infelizmente, a nossa dentição não esta preparada para este over time de trabalho. Imaginem chegar aos cincoenta e começar a trocar a dentição novamente, seria realmente engraçado.
Enquanto isto vamos cuidando da cremalheira, gente!
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Filhotes de Photo Shop
Logo no dia em que postei uma imagem trabalhada no photo-shop recebi um e-mail de meu compadre com imagens comparativas da Geise Arruda.
O que é, e como ficou para ser a musa da revista Sexy. Ou seria melhor dizer, o que fizeram com ela para transformá-la em capa de revista.
Eu não duvido de mais nada desde quando a revista Play Boy tornou a Hortência publicável (a rainha do basquete), porém o caso da Geise é digno de um Oscar de efeitos especiais.
No topo de meus cincoenta, ponho-me a pensar de como nós homens somos bobinhos. Engolimos fácil, fácil, falsas deusas, pretensas ícones da beleza e sensualidade. Não eximo desta crítica também as mulheres que compram seus “Adonis” turbinados por programas de computador, ou será que alguma leitora baterá o pé em dizer que Gianikini não leva uma correçãozinha de computador.
Fica esperto, povo! Verdadeiro sou eu, é você, é sua mulher que acorda descabelada e tem aquela gordurinha ociosa no quadril. Somos reais, no resto, se preferir sonha com a Geise Arruda uma deusa de estória em quadrinhos que na essência concorre com a Mônica do Mauricio de Souza, pois ambas são personagens.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Sonhos...
Estou publicando uma imagem manipulada. Resolvi dar um título a ela. Chama-se:
“A vida pode ser em preto e branco, mas os sonhos são sempre coloridos”.
Uma Ferrari é sempre um sonho com cores fortes com que os homens sonham desde pequenos.
“A vida pode ser em preto e branco, mas os sonhos são sempre coloridos”.
Uma Ferrari é sempre um sonho com cores fortes com que os homens sonham desde pequenos.
Pavão Misterioso
Mês passado fomos a uma festa num dos prédios do Ecoville. Junto ao salão de festas encontrei este folgado pavão fazendo pose sobre um banco do parquinho.
Curioso que ninguém no condomínio assumia o pavão. Ele deve ser habitante da região e passa de prédio em prédio conforme sua vontade. Não é a toa que o bairro se chama Ecoville e os moradores convivem harmoniosamente com a natureza. E se o bairro for ecologicamente correto começo a temer. Claro, deve existir uma cadeia alimentar estabelecida. Isto implica na existência de zebras, rinocerontes, leões e outras espécies.
Ou será a ave apenas o Pavão Misterioso?
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