Páginas

sexta-feira, 27 de março de 2015

Veja 20 frases fenomenais de Millôr Fernandes:

“O cadáver é que é o produto final. Nós somos apenas a matéria prima.”

“O preço da fidelidade é a eterna vigilância.”

“Livre como um táxi.”

“Como são admiráveis as pessoas que não conhecemos muito bem.”

“Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados.”

“Brasil, condenado à esperança.”

“O otimista não sabe o que o espera.”

“Ser pobre não é crime, mas ajuda muito a chegar lá.”

“A diferença entre a galinha e o político é que o político cacareja e não bota o ovo.”

“Pois eu, num pôquer com Maluf e Brizola, só entrava com baralho meu.”

“Em política nada se perde e nada se transforma - tudo se corrompe.”

“Como diz o cara absolutamente íntegro apanhado roubando: ‘bem, eu também sou humano’.”

“Feliz é o que você vai perceber que era, algum tempo depois.”

“Generalizando-se a corrupção, restabelece-se a Justiça.”

“Além de ir pro inferno só tenho medo de uma coisa: juros.”

“Brasil: um filme pornô com trilha de Bossa Nova.”

“Ainda está pra nascer o erudito que se contenha em saber só o que sabe.”

“A alma enruga antes da pele.”

“Ambíguo, eu? Pode ser, pode não ser.”

“Quando começou a comprar almas, o diabo inventou a sociedade de consumo.”

quinta-feira, 26 de março de 2015

Furacão 91 anos. Minha homenagem.

Meu Atlético hoje faz 91 anos. Dedico este post de bom dia ao time do meu coração.
Nos idos de 1968 havia recém perdido meu pai aos oito anos de idade. Um belo dia de domingo fui levado pela família do então juiz Eraldo Palmerini assistir um jogo de futebol no qual ele estaria apitando. O jogo era entre o extinto Ferroviário e Clube Atlético Paranaense. O CAP venceu e da euforia da vitória, da alegria contagiante daquela torcida nascia neste dia uma paixão imensa entre este que escreve e o clube de futebol.
Paixão que passou de pai para filho e que, espero, fique eternamente associada ao nome De Luca. Amor tamanho, capaz de muitas loucuras que só quem ama um time sabe entender. A bandeira oficial que mandei fazer esta bem guardada a espera do dia em que me aquecerá o meu sono eterno.
É do esporte vencer ou perder, e portanto é do torcedor sorrir ou chorar. Não importam as agruras, importam as alegrias. Atlético para sempre em minha vida.
Parabéns!

quarta-feira, 25 de março de 2015

Do meu amor primeiro veio um presente. Ganhei!

Depois de anos sem ganhar nada em rifas e sorteios eis que chegou o meu dia. Ganhei uma promoção em que tive que ajudar a escolher o grafismo do novo ônibus do CAP.
Quando da entrega do veículo estarei presente e ganharei uma camisa oficial autografada pelo elenco. Obrigado Furacão.

domingo, 22 de março de 2015

Não é nada é só tristeza mesmo


Não é nada é só tristeza mesmo
Amanda Murari

Não é nada
É só vontade chorar
Acredito que não seja nada
Só uma dor que não passa
Um vazio que não se preenche
Uma solidão não passageira
Uma pergunta que não se cala
Por que?
Parecia tudo tão perfeito
Já deveria ter imaginado que algum preço eu teria que pagar
Por que tão caro?
É só tristeza
Não se preocupe tanto
Não vai passar
Mas eu me acostumo
Está muito frio aqui
E não adianta fechar a porta
Só quero que fique longe de mim

quarta-feira, 18 de março de 2015

Mandiopã, que saudades!

Ontem numa rodada de pão com bolinho e cerveja no tradicional Beck´s, falando sobre coisas que deixaram de existir, lembrei do Mandiopã.
Alguém se lembra do Mandiopã?
Vendiam-no dentro de uma pequena caixa, dentro um pacote com uns chips pequenos. Precisávamos fritá-los para poder comer. E ponha azeite na frigideira. Quando fritos eles aumentavam de tamanho e ficavam prontos para consumo.
Numa época em que ainda não existia o papel toalha, minha mãe secava o Mandiopã pronto num pedaço de cartucho de pão que servia para absorver o excesso de gordura.
Depois era só comer. O interessante é o Mandiopã deveria antes de ser mastigado colocado sobre a língua. Nesta situação ele dava um efeito de efervescência na boca emitindo inclusive um leve barulho de bolhas estourando.
Coisa que a criançada adorava.
A alimentação saudável deve ter eliminado o Mandiopã do mercado. Uma pena.
https://comiporai.files.wordpress.com/2010/05/mandiopa.jpg

terça-feira, 17 de março de 2015

segunda-feira, 16 de março de 2015

A importância do sal (desfeito o mistério)

Um fato que sempre deixou dúvida e finalmente consegui entender.
Sempre ouvi que no passado remoto da humanidade o sal era produto  muito importante. Tamanha sua importância o ganho das pessoas era calculado em sal, daí o termo salário usado em nosso idioma.
Para mim o sal serve para temperar os alimentos e confesso nunca aceitei muito bem o fato de tamanha importância do sal na história.
Enfim encontrei uma resposta: no passado, sem energia o sal era utilizado para conservar os alimentos, fosse em salmouras para vegetais ou na confecção de charqueadas que mantinham as carnes de diversos animais aptas a serem armazenadas por mais tempo.
Pronto! Simples assim.