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quinta-feira, 16 de março de 2023

Refletindo um pouco

Hoje na igreja o pastor contou uma passagem bíblica de uma mulher cujo filho morreu e ela caminhou mais de cincoenta quilômetros com o corpo da criança para buscar sua salvação junto a um religioso que ela pensava ter poderes para recuperar a vida da criança.

Encontrando o tal religioso que ela julgava ser milagreiro, esse lhe disse para deixar o milagre nas mãos de Deus. Assim ela fez e Deus acalmou seu coração. Entendi duas mensagens desta parábola. Uma delas é que Deus resolve todos nossos problemas no tempo dele. A outra é que se alguma coisa em nossas vidas cumpriu seu papel e acabou, deixe-a descansar, afinal se assim aconteceu é porque Deus quis assim e porque ele tem algo melhor para nós.

O bom de ouvir essas parábolas é a reflexão que você pode fazer em relação a sua vida pratica. Senão, ir a igreja torna-se apenas uma atividade social com o todo poderoso.



quarta-feira, 15 de março de 2023

Onde vou parar?

Dos benefícios de ser um homem que mora sozinho. Eu disse "mora" cara pálida, não confundir com "vive" sozinho.

Estou precisando trocar as cúpulas dos abajures aqui de casa. Mais um item do universo doméstico feminino que vou me inteirar. Agora lavo, passo, cozinho e também decoro.
Onde vou parar?



Onde mora o perigo

Hoje é dia de diarista aqui em casa, e como já faz muito tempo que trabalha para mim temos a liberdade de tratar de assuntos pessoais assim que ela chega e tomamos um café.

A cada quinze dias tem uma estória nova de sua vida. A de hoje referia-se a troca do carro que seu marido fez. Gente humilde, trabalhadora, mas troca de carro sempre que pode. Não tem jeito, o carro é o símbolo de status para eles. Então, mês passado ele terminou um financiamento de quatro anos do carro anterior e este mês retirou outro carnê para mais quatro anos de "alegrias".

Tá aí uma coisa a que não me apego. O tal do carro. Vejo muito disso no meu círculo de amizades e de conhecidos. O carro para muitos é o símbolo de status e poder, e de alguns homens chega a ser  semelhante ao "falo", tanto que veja a quantidade de carrões gigantes circulando pelas nossas cidades. Uma camionete, por exemplo, que deveria estar na estrada ou numa fazenda, serve para pegar as crianças na escola ou ir ao super mercado. É o fim da picada.

Se vocês já leram alguma cosa sobre a Pirâmide de Maslow fica fácil entender. Este processo ocorre lá no topo dela. É onde está a necessidade de auto reconhecimento, afirmação. E no marketing dizemos que mais importante do que ser é parecer ser. Aí que mora o perigo.



terça-feira, 14 de março de 2023

Mudando conceitos

Outro dia a procura de uma peça para um reparo num dos apartamentos aqui do prédio, após rodar a cidade fui parar numa loja que tinha aquilo o quê precisava. O único problema era a localização da loja. No meio de uma favela com fama das mais perigosas aqui de Curitiba.

Hoje, afim de resolver outro problema o profissional que me atendia falou que tinha aonde encontrar a peça que necessitava. Na conversa fui direto ao assunto e disse: "Fica lá favela esta loja?"
Ele ficou surpreso, pois pouquíssimas pessoas conhecem este lugar, e segundo ele apenas os profissionais do ramo sabem onde fica e vão até lá.

E para seu esclarecimento, não é porque está no meio de uma favela que a loja também é feia e mal ajeitada. Pelo contrário, boa instalação, estacionamento e atendimento diferenciado. Você que está acostumado a ir nas grandes lojas de rede precisa mudar seu conceito e conhecer essas "bocados". Vale a pena. Mude seus conceitos.



segunda-feira, 13 de março de 2023

Evoluindo sempre

Eu ainda sofro as consequências de meu acidente em 2021. Lá na Austrália, ano passado, minha enteada, que é psicologa atuante, me falou que ficou admirada de eu não ter tido o que eles chamam de estresse pós traumático que nada mais é de problemas psíquicos após um evento traumático que podemos ter na vida. Medos, pânico, pensamentos frequentes e outros processos.

Pois bem, recentemente descobri que estava com estresse pós traumático. E qual era o meu?
Passo pela esquina do acidente, na rua Angelo Sampaio esquina com Av. Iguaçú, pelo menos uma vez ao dia, as vezes mais. E toda vez que preciso me dirigir para lá vinha em mente a seguinte questão: "Foi aqui nesta esquina que quase morri". Um pensamento constante que estava me incomodando um pouco. Tentei de várias formas me abstrair de pensar, mas foi impossível. Passar por ali estava me machucando.

Eis que no final de semana encontrei a solução para meu estresse. Eu concluí que não foi naquele local  que quase morri. Foi naquele local que Deus me deu uma nova chance de viver, nasci de novo. A partir daí está sendo muito fácil, pois quando passo por ali me lembro do renascimento, da nova chance e não do acidente. Me lembro dos maus anjos e da saúde que tenho que ajudaram a suportar os traumas físicos.
Fácil assim. Resolvo no meu interior os problemas que me afligem Isso se chama evoluir. Espero que minha estória ajude outras pessoas que passem pelo mesmo problema.




sábado, 11 de março de 2023

Tô na fila

Por falar em Bruno da dupla Bruno e Marrone já que estão tirando o maior sarro dele depois que fez procedimentos cirúrgicos para melhorar a aparência e ficou uma b... (para ver o resultado pesquise na web).

Vou comentar uma coisa que sempre digo no meu círculo de amigos. Esse cara tem o melhor emprego do mundo. Ganha uma boa grana, tem destaque na mídia e na dupla quem faz tudo é o Marrone. Ele só meche a boca.

Não concorda? Procure e mostre uma música da dupla em que dá para ouvir e dizer: "Essa é a voz do Bruno?"
"Alô produtores! Se tiverem uma boquinha dessas, tô na fila."



sexta-feira, 10 de março de 2023

Hábitos novos

Peguei dois hábitos recentemente. Um deles de andar com uma mochila para levar meus acessórios e apetrechos. Outro é andar com a garrafinha térmica sempre cheia de água gelada.

O primeiro hábito aprendi com um amigo que vai até em jantar social com a mochila junto. Não chego a tanto, mas posso dizer que a mochila funciona como o cinto de utilidades do Batman. Lembram? Sempre salva alguma situação de emergência.
Carregador de celular? Tem!
Bateria suplementar? Tem!
Note book? Tem!
Kit sobrevivência? Tem!
E por aí vai...

A garrafa d'água aprendi usar com meu filho. Ele começou a usar devido a sua necessidade de trabalho e por ter herdado de mim as famosas pedras nos rins (coisa boa a gente não herda). Tudo bem que ele anda com uma garrafa de 1 litro de capacidade. Eu prefiro a de meio litro, o que já me faz consumir mais água do que consumia antes de ter o hábito.
Ah! E detalhe uma completa a outra. Sempre na mochila, vai no porta garrafas a garrafa de água.