Porto Alegre e suas particularidades. Nos restaurantes populares aqui você pode pedir um prato que é chamado “A La Minuta”, é o que conheço como “PF”, prato feito, porem com uma combinação diferente. Vem uma carne acompanhada de feijão, arroz, farofa e ovo. Uhu! Uma verdadeira bomba calórica. Ao meio dia os restaurantes fazem aquela concorrência para ver quem captura mais clientes que circulam pelo centro comercial da cidade, é um t al de placa de restaurante com preço do A La Minuta.
Em que pese a distância e a saudade esta sendo muito boa a estada profissional neste canto do hemisfério. O pessoal aqui da empresa estão falando que na volta estarei dançando chula e tomando chimarrão. Me esperem.
Este é um espaço de expor idéias, desenvolver projetos, discutir, relembrar, entreter-se, rir, chorar, pensar. Aqui você encontrará de assuntos sérios aos mais banais, tratados com bom humor e simplicidade sob a minha ótica, o que necessariamente não quer dizer que sejam verdades absolutas. Divirtam-se.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Moda e tribos
Estava eu a pensar sobre modismo. Mais especificamente sobre moda.
Lembro que antigamente você estava ou não na moda. Isto caracterizado pela maneira como estava vestido. Sua calça era boca de sino, estava na moda. Seu sapato era salto ana bela, estava na moda e assim por diante.
Atualmente este negócio de estar ou não na moda ficou muito complicado, não se entende mais nada, e caso você destoe do padrão estará respeitando sua individualidade. Ninguém se importará com isto, tenha certeza.
Em verdade o conceito de moda mudou da condição de estar ou não de acordo com as tendências para o conceito de tribos. Ou seja, se você for punk, se vestirá como tal e será entendido como membro da tribo dos punks. O mesmo correrá com outras tribos a citar metaleiros, sertanejos, emos, patricinhas, retrós, pagodeiros e outras tantas tribos que habitam nosso planeta atualmente.
Já parou para pensar a qual tribo você pertence?
Eu já. Pense nisto e boa semana.
Lembro que antigamente você estava ou não na moda. Isto caracterizado pela maneira como estava vestido. Sua calça era boca de sino, estava na moda. Seu sapato era salto ana bela, estava na moda e assim por diante.
Atualmente este negócio de estar ou não na moda ficou muito complicado, não se entende mais nada, e caso você destoe do padrão estará respeitando sua individualidade. Ninguém se importará com isto, tenha certeza.
Em verdade o conceito de moda mudou da condição de estar ou não de acordo com as tendências para o conceito de tribos. Ou seja, se você for punk, se vestirá como tal e será entendido como membro da tribo dos punks. O mesmo correrá com outras tribos a citar metaleiros, sertanejos, emos, patricinhas, retrós, pagodeiros e outras tantas tribos que habitam nosso planeta atualmente.
Já parou para pensar a qual tribo você pertence?
Eu já. Pense nisto e boa semana.
sábado, 27 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Quem tem história pra contar...
Hoje cedo no jornal local falaram que se comemora nesta data o dia da resistência. Foi na década de sessenta, plena ditadura, o povo gaúcho mobilizou-se para pedir o respeito à constituição e conseqüente posse do presidente João Goulart.
Em depoimento na TV, um senhor conta que na época era um jovem músico da banda do Colégio Militar, foram designados para uma apresentação numa cidade do interior. Enquanto deslocavam-se para lá estourou o movimento. O negócio foi grande, pois até o governo militar da época ordenará o bombardeio ao palácio do governo do estado (Palácio Piratini).
Bravatas à parte voltamos ao pitoresco e hilário caso. Os jovens ao chegar na cidade do interior para tocar encontraram a população atônita com as notícias que chegavam da capital via rádio. Nem por isto privaram-se de fazer sua apresentação usando seus uniformes vermelhos iguais aos dos fuzileiros navais. Curioso que enquanto tocavam ouviam comentários do público. Um deles era o seguinte, dito em bom gaúcho:
“O que? Os fuzileiros navais já chegaram. E vieram de ônibus da capital.”
Particularidades hilárias de um povo que tem história para contar.
Em depoimento na TV, um senhor conta que na época era um jovem músico da banda do Colégio Militar, foram designados para uma apresentação numa cidade do interior. Enquanto deslocavam-se para lá estourou o movimento. O negócio foi grande, pois até o governo militar da época ordenará o bombardeio ao palácio do governo do estado (Palácio Piratini).
Bravatas à parte voltamos ao pitoresco e hilário caso. Os jovens ao chegar na cidade do interior para tocar encontraram a população atônita com as notícias que chegavam da capital via rádio. Nem por isto privaram-se de fazer sua apresentação usando seus uniformes vermelhos iguais aos dos fuzileiros navais. Curioso que enquanto tocavam ouviam comentários do público. Um deles era o seguinte, dito em bom gaúcho:
“O que? Os fuzileiros navais já chegaram. E vieram de ônibus da capital.”
Particularidades hilárias de um povo que tem história para contar.
Coisas de Porto
Passei alguns anos vindo a Porto Alegre a trabalho e devido a isto sempre caminhei muito pelo centro da cidade. Diferente de Curitiba, aqui o centro é muito mais agitado com muitas pessoas que transitam atrás de seus afazeres. De tal forma que o número de atividades e serviços destinadas ao grande público são inúmeras.
Oferece-se de tudo, de restaurantes a de corte de cabelo com uma mulher que repete insistentemente com voz estridente: “Cabelo” para chamar atenção de possíveis clientes.
Ontem há noite um pouco entediado do luxo e capricho do hotel saí para caminhar e comer algo mais pop. Fui cair no Café Haiti, no centro da cidade, fundado em 1955 tem como característica sua loja com balcões que serpenteiam no salão. No cardápio de tudo, de um café a um prato elaborado, na parte da frente um balcão expõe doces volumosos e bem recheados.
Um peixe grelhado com salada e fritas sai por menos de onze reais. Lembrei da Giusy que organiza um site em Curitiba listando os restaurantes da baixa gastronomia. Este se enquadraria perfeitamente.
Bom conhecer uma nova cidade nos seus usos e costumes mais populares. Ainda não me aventurei com o tal chimarrão, mas um dia chego lá.
Oferece-se de tudo, de restaurantes a de corte de cabelo com uma mulher que repete insistentemente com voz estridente: “Cabelo” para chamar atenção de possíveis clientes.
Ontem há noite um pouco entediado do luxo e capricho do hotel saí para caminhar e comer algo mais pop. Fui cair no Café Haiti, no centro da cidade, fundado em 1955 tem como característica sua loja com balcões que serpenteiam no salão. No cardápio de tudo, de um café a um prato elaborado, na parte da frente um balcão expõe doces volumosos e bem recheados.
Um peixe grelhado com salada e fritas sai por menos de onze reais. Lembrei da Giusy que organiza um site em Curitiba listando os restaurantes da baixa gastronomia. Este se enquadraria perfeitamente.
Bom conhecer uma nova cidade nos seus usos e costumes mais populares. Ainda não me aventurei com o tal chimarrão, mas um dia chego lá.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Mas Bah, Tchê
Bem amigos. Atrasado um dia no post. Estou tendo uma temporada em Porto Alegre, cidade em que pese o frio desta semana muito agradável. Vim para cá num vôo da Web Jet, companhia aérea de classe econômica. Vou cont5ar a vocês sobre esta experiência.
Logo na entrada do avião comissários te recebem com um cardápio. Ali você poderá escolher seu lanche que será cobrado é claro. Os preços não são nada exorbitantes fato que achei interessante, pois caso você não se interesse não tem como procurar outro fornecedor.
A disposição de poltronas no interior do avião são mais justas, deve estar no limite máximo permitido, então o avião vai apinhado de gente. Por conta disto as poltronas não reclinam, caso fossem reclináveis os passageiros do banco de trás sofreiam muito.
O que muda dentro do avião é o visual dos passageiros, pudera com uma passagem custando sessenta reais para o trecho é entendível que passageiros habituais dos ônibus migrem para o aeroporto.
Parimos e chegamos sem traumas, por uma relação custo benefício excepcional. Recomendo a quem se propor viajar pelas companhias “low coast” que levem seus salgadinhos e barrinhas de cereais, é permitido. No mais um “Bah Tchê”, afetuoso para todos.
Logo na entrada do avião comissários te recebem com um cardápio. Ali você poderá escolher seu lanche que será cobrado é claro. Os preços não são nada exorbitantes fato que achei interessante, pois caso você não se interesse não tem como procurar outro fornecedor.
A disposição de poltronas no interior do avião são mais justas, deve estar no limite máximo permitido, então o avião vai apinhado de gente. Por conta disto as poltronas não reclinam, caso fossem reclináveis os passageiros do banco de trás sofreiam muito.
O que muda dentro do avião é o visual dos passageiros, pudera com uma passagem custando sessenta reais para o trecho é entendível que passageiros habituais dos ônibus migrem para o aeroporto.
Parimos e chegamos sem traumas, por uma relação custo benefício excepcional. Recomendo a quem se propor viajar pelas companhias “low coast” que levem seus salgadinhos e barrinhas de cereais, é permitido. No mais um “Bah Tchê”, afetuoso para todos.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Triste Coincidência
Chego da rua. Ligo a televisão e vejo o Datena ladrando na tela. Conta de um estouro que houve em São Paulo de uma fábrica que operava como facção com mão de obra escrava. A produção era para uma grife famosa, daquela cujas roupas custam um bom dinheiro nos shoppings centers.
Curiosamente fui ao centro fazer uma troca de determinada roupa que minha ganhou em seu aniversário. Na loja enquanto procurava algo que se igualasse ao valor notava as etiquetas e conseqüente procedência das peças vendidas. Numa área bastante grande as únicas roupas vendidas “Made in Brazil” estavam no setor masculino, especificamente meias e cuecas. De mais tudo era Xing-Ling (Made in China ou região).Coincidência vale uma reflexão. Se aqui dentro do nosso país, fabricando peças de grife, embaixo de nossos narizes, existe o envolvimento de mão de obra escrava, faça idéia então o que ocorre nas unidades fabris fora do Brasil, ali na Ásia por exemplo.
Eu já havia escutado que as roupas vendidas no atacado fabril da cidade de São Paulo, ali na José Paulino, são facções piratas comandadas por chineses que exploram a mão de obra de peruanos e bolivianos clandestinos no país. O que é um completo absurdo para um país que se diz desenvolvido e reza a cartilha dos direitos humanos.
Como diz Datena: “Cana pra eles!”
Não importa quem sejam: brasileiros, chineses, americanos, coreanos. É um absurdo. Estamos no século XXI e não podemos aceitar uma situação destas.
Pense nisto antes de pegar as sacolas e ir às compras.
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