Disse uma abelha para outra abelha: "Seja uma boa abelha".
Sua amiga lhe respondeu olhando para o seu ferrão: "Mas, e esse ferrão?"
E a primeira emendou: "Eu disse boa. Não indefesa".
Este é um espaço de expor idéias, desenvolver projetos, discutir, relembrar, entreter-se, rir, chorar, pensar. Aqui você encontrará de assuntos sérios aos mais banais, tratados com bom humor e simplicidade sob a minha ótica, o que necessariamente não quer dizer que sejam verdades absolutas. Divirtam-se.
Disse uma abelha para outra abelha: "Seja uma boa abelha".
Sua amiga lhe respondeu olhando para o seu ferrão: "Mas, e esse ferrão?"
E a primeira emendou: "Eu disse boa. Não indefesa".
A pandemia realmente sucinta a cada dia uma surpresa. Agora, em matéria nos sites de notícias, estão falando que a aplicação da vacina nas nádegas é mais eficiente do que se injetada no braço.
Cuma? É isso mesmo que você está lendo, se tomar na b... faz maior efeito. Pode rir à vontade. Analisemos então três situações decorrentes da mudança do local de aplicação da vacina:
1- Imaginem, a praça Ouvidor Pardinho, onde tomei minhas vacinas, a fila de velhos dava volta no quarteirão. Como seria ver todo esse povo com a b... exposta para agilizar a aplicação?
2- O tempo de espera para a segunda dose foi de uma hora e meia. Com o frio que faz, qual seria esse tempo considerando que o povo teria que baixar as calças, pijama, ceroula, cueca ou calcinha?
3- Para vacinar o público abaixo de trinta anos teríamos pelo menos quinhentos enfermeiros à disposição, já para vacinar o público acima dos setenta não teríamos mais do que cinco. Ninguém gosta de sofrer, nem quem toma e muito menos quem aplica, não é verdade?
Na época de D. João VI, surgiu no Brasil o seguinte ditado popular: "Quem furta pouco é ladrão; quem furta muito é barão; quem mais furta e esconde; passa de barão a visconde".
Atual né?
Hoje fui tomar a segunda dose da vacina. Estava pensando sobre o que me falta hoje em dia por conta de toda esta loucura que vivemos.
Não me falta amor, sou muito bem quisto por familiares e amigos. Não me falta conforto, tenho o que preciso para viver em paz e tranquilidade. Não me falta saúde, me cuido muito bem, faço exercícios diariamente e não tenho vícios danosos, estou vacinado. Não me falta realização profissional e nem social.
Está me faltando nesses últimos quinze meses só uma coisa. Está me faltando encontrar com meu amor mais antigo, meu amor primeiro, o que amo incondicionalmente. Acreditem... Está me faltando Clube Athlético Paranaense. Eita saudades de ir no estádio, chegar antes e ter uma conversa com os amigos sobre o jogo, a expectativa do resultado, a comemoração de um gol, de um resultado. Na saída um pão com bolinho e uma cerveja nos arredores da Arena, depois voltar pra casa e ouvir os comentários na rádio.
Essa doença maldita roubou minha felicidade de fazer as coisas mais simples que amo. Mas vais voltar e está quase chegando a hora. Eu acredito.
É Medina... Chegou em Tokyo como a maior esperança de medalha do Brasil.
Só que ultimamente chegaram notícias de que você estava se desentendo com sua família por conta da sua companheira, a bela Brunet. Brigou com o padrasto, seu principal incentivador e mentor, não fala mais com a mãe, fez o maior bico doce perante o comitê olímpico brasileiro para conseguir uma mordomia; levar sua esposa sob o argumento de suporte psicológico para a competição com as despesas pagas. Ameaçou não ir nos representar.
É Medina... Pagou o preço de sua arrogância; voltou pra casa sem o ouro, sem a prata e sem o bronze, voltou sem nada. Voltou só com seus problemas. Está na hora de repensar algumas atitudes e descer do pedestal.
Algumas dúvidas a respeito de minha infância, quando preciso, pergunto para minha irmã. Na quarta feira, enquanto comíamos um delicioso sanduiche de pernil, perguntei de quem foi a decisão e qual a razão de meus pais terem me registrado no consulado italiano como cidadão italiano.
Eles valeram-se de um recurso do direito que se chama "jus sanguinis", que diz que os filhos de estrangeiros nascidos fora do seu país podem ter a cidadania dos país. Ela me contou que quando nasci estava ocorrendo o processo de naturalização dela como brasileira, o que meus pais eram contrários. Dizia meu pai, nacionalista, que ele não iria servir a duas bandeiras, apenas à bandeira italiana, e assim foi ao consulado e valendo-se disso me registrou como cidadão italiano.
Confesso que isso mexeu comigo, mesmo agora depois de ser vovô, pois me entendi como cidadão italiano pela vontade de meus pais que num gesto de amor a pátria que deixaram para trás para poder progredir, mas sem com isso perder o amor por ela. Sim! Eu posso dizer que sou "italiano da gema", diferente dos que apenas conseguem o passaporte para ir conhecer Roma, Pisa e Veneza e mais, posso dar cidadania a quem estiver comigo. Sorte dela. "Alora, Viva Itália!"
O estranho caso da deputada que acorda toda quebrada em meio a uma poça de sangue; mandíbula, coluna, dentes, hematomas pelo corpo todo e não sabe como tudo isso aconteceu.
Detalhes mais intrigantes da estória mal contada. Tudo isso ocorreu dentro de um apartamento com o marido dormindo no quarto ao lado. Ah tá dona Joyce! Considere que qualquer boca de fumo hoje tem câmeras de monitoramento, mas o prédio da ilustre deputada não tem provas.
Alguma coisa aconteceu e está muito, mas muito mal contada. Sinto cheirinho de briga doméstica e de uma armação muito sem sentido. Ou pior, as pessoas só perdem a consciência como sugere o caso da deputada mediante o uso de drogas pesadas. Será que ela e o marido perderam a mão no consumo?
Conhecem aquela frase de quando você acorda dolorido? "Parece que um trem me atropelou". Pois é, a Joyce está tentando nos provar que isso é possível.