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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

O jeans e as gerações

Lembro, faz um tempo li um texto sobre tendências de mercado. O autor queria correlacionar como as diferentes gerações e relacionam com produtos, às vezes os mesmos produtos porém de forma diferente.

Ele usou como referência o jeans. E falava o seguinte. Para a geração da década de setenta o jeans estava associado com liberdade devido a sua utilização nos festivais de rock e outras atividades que tinham a ver com a juventude. Indiscutivelmente o jeans foi a marca desta geração.

O autor seguiu no raciocínio e postulou que para as gerações que sucederiam as da década de setenta, portanto seus filhos e netos, o uso do jeans seria banalizado. Partia do principio que o jovem por natureza quer se dissociar de seus pais, tanto em pensamentos como nos usos e costumes. Logo, para o autor, o jeans estaria fadado a desaparecer. E vejam que está quase procedendo este estudo. É só observar que especificamente o jeans como vestimenta para o jovem só se for do estilo rasgado, desgastado, como se fosse um ato de rebeldia usá-lo.



Vendo bem...

Esposa no hospital de olhos fazendo cirurgia de cataratas. Uma amiga saiu com essa:
“Agora o Renato que se cuide porque a esposa vai enxergar longe”.

Eu respondi com essa:
“Enxergando bem, ela agora verá com que homem lindo, sexy, maravilhoso está casada”.

Perdi a amiga, mas não perdi a piada.



terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

Tempos modernos

Indiscutivelmente vivemos a era das redes sociais. Considere redes todos os canais de comunicação que a internet nos proporciona. 
Os veículos de comunicação tradicionais que conhecemos estão desintegrados. A maior prova disso do que escrevo é que esses meios antigos aderem as mídias eletrônicas como forma de se manterem vivos.

Ficou muito fácil e prático gerar e difundir conteúdo. Basta um celular e um acesso a internet. Daí temos uma infinidade de geradores a respeito do mesmo assunto. Quando no passado tínhamos apenas alguns canais de comunicação para fazer isso, hoje temos milhares de pessoas que assumem esta função.

Basta vocês verem a quantidade de filmagens que aparecem diariamente sobre assuntos diversos em vários canais da rede. Toscos em termos de qualidade, mas muito atuais em termos de tempo de divulgação.
Daí entra aquele conceito se o Zé da esquina filma um acontecimento às oito horas da manhã e podemos vê-lo às oito horas e cinco minutos porque esperaremos para assistir o jornal das vinte e trinta?
É o Zé da esquina vencendo a Rede Globo.




sábado, 24 de fevereiro de 2024

Agenda do dia:

Manhã. Plantão na imobiliária.
Tarde. Trabalho fotográfico, reportagem.
Noite. Viagem turismo.

E ainda assim encontrar tempo para escrever no blog. A única atividade que não rende $$$ é a que mais gosto. Escrever. Difícil ser o homem dos mil instrumentos. 
Bom fim de semana a todos.



sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

Minha fama de cantor

Quem me conhece a mais tempo sabe do meu gosto por cantar. Tudo começou com o antigo karaokê que depois virou videokê. Fato que eu me aproveitando de dons familiares me tornei um amante da cantoria.

O fato de cantar rendeu em minha vida boas histórias. Uma vez, acompanhado de minha então esposa, num bar, uma moça me pediu para cantar uma música de sua preferência. Cantei e quando estava saindo do palco em sinal de agradecimento a moça me beijou a boca. Sorte que minha esposa não viu, senão seria o fim de minha insipida carreira. 

Em outra oportunidade para um casal que brigava por motivo de uma traição inventei de cantar a música Depois do Prazer, cuja letra começa assim: “Estou fazendo amor com outra pessoa...”. Foi o maior climão.

Estas situações são inesquecíveis pelas lembranças engraçadas que trazem, mas o que poucos sabem é que eu me inscrevi para cantar no “The Voice +” e fui selecionado para a segunda fase. Fiz minha inscrição enviando um arquivo de áudio em seguida me pediram para enviar um vídeo. Mandei e ficou só nisso, um muito obrigado e a promessa de ser chamado uma próxima oportunidade. Esse o limite de minha fama como cantor. 



quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

3 coisas muito banais que me irritam profundamente:

1 – pessoas que conversam com animais 
2 – pessoas que não marcam mensagens lidas no Whatsapp
3 – erros ortográficos 




Ouvidos de mercador

Temos um software de gestão comercial na empresa chamado de CRM (sigla do inglês Customer Relationship Management). Diariamente ele me envia os contatos das pessoas que entraram nos sites atrás de algum de nossos produtos.

Esses possíveis clientes são chamados de “prospects”. Eles fazem cadastro e deixam seus números de celular e e-mails para poderem acessar as páginas. De posse destas informações entro em contato com eles. Faz parte do ciclo de vendas da empresa.

Esse processo inicia uma relação de contato comercial e o interessante é notar como as pessoas se comportam diante de um primeiro contato. A grande maioria nem responde, são os especuladores, uma pequena quantidade de pessoas que estão realmente interessadas retornam com dúvidas a respeito do assunto, e uma minoria responde na grosseria.

E nestas horas, quando os mal educados aparecem, lembro de uma lição de minha mãe que era comerciante e dizia: “Ouvidos de mercador e um sorriso nos dentes”. Ela queria dizer, entra por um ouvido e sai pelo outro, ou só ouça o que interessa. Não afeta o meu dia. Aliás, grosseria fortuita diz mais a respeito de quem emite do quem ouve a grosseria.